Turismo & Lazer Springwater quer comprar Campo Pequeno
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Springwater quer comprar Campo Pequeno

A dona da TopAtlântico vai participar no concurso para a compra do Campo Pequeno, em Lisboa, que deverá ser lançado até ao final deste ano. O grupo suíço já gere uma arena de touros em Madrid.
Springwater quer comprar Campo Pequeno
Bruno Simão
Wilson Ledo 20 de setembro de 2017 às 23:10

Os suíços da Springwater Capital, donos das agências de viagens TopAtlântico e Geostar, querem comprar a praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa.

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mais votado JCG Há 4 semanas

Porreiro! vendemos tudo aos estrangeiros. Por agora edifícios, a seguir monumentos e depois até as ruas. Mas entretanto já os portugueses terão sido expulsos dos centros das cidades, das universidades públicas porque os reitores das mesmas acham que o caminho é adoptar o inglês como língua oficial para atrair chineses e indianos e explorar aquilo que dizem ser um bom negócio (para eles; em que se equipara uma universidade pública a uma qualquer fabriqueta de produção de salsichas) e também de serviços de saúde e hospitais públicos porque andam aí uma série de gente e cada vez mais a defender a ideia de que os hospitais públicos devem ser fazer uma parceria com hotéis e turismo e passarem a prestar medicina a turistas, porque, dizem, é também um bom negócio (e mais uma vez se equipara um hospital público a uma fabriqueta de parafusos). De bom negócio em bom negócio (para quem?) parece que o que cada vez sobra mais no país são os portugueses.

comentários mais recentes
Anónimo Há 4 semanas

Desde que paguem o buraco de 250 milhões que o BCP tem lá... acho muito bem...

JCG Há 4 semanas

Porreiro! vendemos tudo aos estrangeiros. Por agora edifícios, a seguir monumentos e depois até as ruas. Mas entretanto já os portugueses terão sido expulsos dos centros das cidades, das universidades públicas porque os reitores das mesmas acham que o caminho é adoptar o inglês como língua oficial para atrair chineses e indianos e explorar aquilo que dizem ser um bom negócio (para eles; em que se equipara uma universidade pública a uma qualquer fabriqueta de produção de salsichas) e também de serviços de saúde e hospitais públicos porque andam aí uma série de gente e cada vez mais a defender a ideia de que os hospitais públicos devem ser fazer uma parceria com hotéis e turismo e passarem a prestar medicina a turistas, porque, dizem, é também um bom negócio (e mais uma vez se equipara um hospital público a uma fabriqueta de parafusos). De bom negócio em bom negócio (para quem?) parece que o que cada vez sobra mais no país são os portugueses.

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