Web Summit Square: "IPO deu transparência sobre quem éramos e o que fazemos"

Square: "IPO deu transparência sobre quem éramos e o que fazemos"

A Square abriu o seu capital há cerca de um ano e a CFO da empresa defendeu que a entrada em bolsa "deu transparência sobre quem éramos e o que fazemos".
Square: "IPO deu transparência sobre quem éramos e o que fazemos"
Miguel Baltazar
Ana Laranjeiro 08 de Novembro de 2016 às 16:20

Para muitas start-ups abrir o capital é uma ambição. A Square é uma start-up com cerca de sete anos que se dedica nomeadamente aos pagamentos móveis e há um ano abriu o capital.

"Para nós, o IPO [oferta pública inicial] foi um momento potencializador. O que sentimos foi o que o IPO deu transparência sobre quem éramos e o que fazemos. Ajudou a livrar-nos da especulação que nos rodeava. Era importante pelo sector em que trabalhamos. Somos uma ‘fintech’. Dado os Governos com quem trabalhamos, os bancos com quem trabalhamos, é bom podermos colocar todo o ‘profile’ financeiro no domínio público", contou Sarah Friar, CTO da Square (na foto), quando participou num painel sobre os segredos do IPO, no Web Summit.

Jeff Lawson, CEO da Twilio, uma start-up que opera no segmento das comunicações na "cloud", abriu o seu capital também há cerca de um ano e contou que apesar de terem várias centenas de utilizadores, muito poucas pessoas conhecem a empresa. E, por isso, a abertura do capital, foi algo discreta.

Quando questionados sobre se houve um momento chave, em que disseram que estava na hora da empresa partir para o IPO, a resposta foi idêntica: é um caminho que vinha a ser trabalhado. "Não acho que tenhamos pensado que havia um momento. Fomos construindo a empresa" assinalou Sarah Friar, tendo acrescentado que "sentíamo-nos preparados muito antes" de termos feito a operação.

A líder da Square apontou também que o IPO "provou quer éramos muito fortes numa perspectiva financeira". Jeff Lawson apontou que esta operação teve reflexos na confiança que era demonstrada aos clientes.




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