Banca & Finanças Supervisão vai ter mais coordenação e mais cargos
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Supervisão vai ter mais coordenação e mais cargos

A proposta de reforma da supervisão quer maior coordenação, mas vai trazer um aumento de cargos para preencher. Distribui o poder de nomear o governador do Banco de Portugal por vários órgãos de soberania e absorve contributos diversos.
Supervisão vai ter mais coordenação e mais cargos
Bruno Simão

A proposta de reforma da arquitectura da supervisão financeira  do Governo consagra uma maior coordenação entre os três supervisores financeiros e também com o Executivo. Mas ao mesmo tempo abre a porta à

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mais votado Mais Supervisores do que Supervisionados ? 19.09.2017

Pelo menos na Gestão de Ativos, parece estarmos a caminho de haver mais Supervisores do que supervisionados, numa confirmação das teorias de Max Weber sobre o crescimento bulímico imparável das organizações burocráticas ( independentemente das provas dadas, mas com base assumida na esperança das provas que poderão vir a dar e possivelmente também, com base insidiosa nos interesses de carreira de quem nelas têm influência).A CMVM, por exemplo, já tem mais funcionários (202) do que um batalhão do exército, e já gasta mais (22 milhões ) que muitos organismos vitais do Estado, e na formulada proposta, mais do que um esforço de racionalização de meios e de contenção de despesas, parece ser aberto o caminho à continuação de uma expansão (apenas seria desejável se efetivamente houvesse garantias de melhoria significativa do que se passa no ecosistema financeiro português).

comentários mais recentes
Mr.Tuga 19.09.2017

OBVIO!

Com os xuxas DESPESISTAS é sempre MAIS e MAIS cargos....
Com tanto sócio do clube do Largo dos RATOS, não ha mãos a medir para distribuir TACHOS e POLEIROS....

Seguros e Fundos de Pensões no mesmo "saco ? 19.09.2017


Em termos de Supervisão, Seguros e Fundos de Pensões são metidos no mesmo saco, como da mesma farinha se tratasse.Ora, embora ambos se apoiem na Gestão de Ativos, as suas estratégias de investimento (na sua componente mais crítica, a gestão do risco) são profundamente diferentes.Se a competição entre Gestoras não fosse tão acirrada como é - não adviria de tal grande mal.Mas atualmente a competição é verdadeiramente feroz (tendendo a aumentar), e encarar numa mesma ótica a Gestão de Ativos dos Seguros ou dos Fundos de Pensões, é meio caminho andado para a mediocridade de resultados. Há quem o tenha feito sob justificação de teóricas “economias de escala”, mas infelizmente as desvantagens para os mais interessados- os Investidores-terão sido mais, do que as vantagens para aqueles que em termos de carreira lucraram pessoalmente com a opção. Em conclusão: afigura-se avisado colocar a supervisão dos Fundos de Pensões, não no mesmo saco dos Seguros, mas no "saco" dos Fundos de Investimento.

PadeiraAljubarrotaSeguros e Fundos de Pensões no m 19.09.2017

Em termos de Supervisão, Seguros e Fundos de Pensões são metidos no mesmo saco, como da mesma farinha se tratasse.Ora, embora ambos se apoiem na Gestão de Ativos, as suas estratégias de investimento (na sua componente mais crítica, a gestão do risco) são profundamente diferentes.Se a competição entre Gestoras não fosse tão acirrada como é - não adviria de tal grande mal.Mas atualmente a competição é verdadeiramente feroz (tendendo a aumentar), e encarar numa mesma ótica a Gestão de Ativos dos Seguros ou dos Fundos de Pensões, é meio caminho andado para a mediocridade de resultados. Há quem o tenha feito sob justificação de teóricas “economias de escala”, mas infelizmente as desvantagens para os mais interessados- os Investidores-terão sido mais, do que as vantagens para aqueles que em termos de carreira lucraram pessoalmente com a opção. Em conclusão: afigura-se avisado colocar a supervisão dos Fundos de Pensões, não no mesmo saco dos Seguros, mas no "saco" dos Fundos de Investimento.

Mais Supervisores do que Supervisionados ? 19.09.2017

Pelo menos na Gestão de Ativos, parece estarmos a caminho de haver mais Supervisores do que supervisionados, numa confirmação das teorias de Max Weber sobre o crescimento bulímico imparável das organizações burocráticas ( independentemente das provas dadas, mas com base assumida na esperança das provas que poderão vir a dar e possivelmente também, com base insidiosa nos interesses de carreira de quem nelas têm influência).A CMVM, por exemplo, já tem mais funcionários (202) do que um batalhão do exército, e já gasta mais (22 milhões ) que muitos organismos vitais do Estado, e na formulada proposta, mais do que um esforço de racionalização de meios e de contenção de despesas, parece ser aberto o caminho à continuação de uma expansão (apenas seria desejável se efetivamente houvesse garantias de melhoria significativa do que se passa no ecosistema financeiro português).

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