Empresas Supremo Tribunal Administrativo volta a dar razão ao grupo CIMA em outros três recursos

Supremo Tribunal Administrativo volta a dar razão ao grupo CIMA em outros três recursos

O Instituto da Mobilidade e dos Transportes interpôs recurso no Supremo Tribunal Administrativo de três decisões do Tribunal Central Administrativo do Sul num diferendo entre o IMT e o Grupo CIMA/Inspecentro. O IMT perdeu novamente, de acordo com o comunicado do Grupo CIMA/Inspecentro.
Supremo Tribunal Administrativo volta a dar razão ao grupo CIMA em outros três recursos
Sara Matos/Negócios
Negócios 16 de janeiro de 2018 às 11:21

O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) recorreu para o Supremo Tribunal Administrativo de três decisões do Tribunal Central Administrativo do Sul "que deram razão ao Grupo CIMA/Inspecentro relativamente aos centros de inspecção de Tavira, Marinha Grande e Sardoal". E tal como no final de Dezembro, o IMT perdeu os recursos apresentados.

"O Grupo CIMA/Inspecentro informa que o IMT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes perdeu mais três recursos que interpôs no Supremo Tribunal Administrativo, na sequência de três decisões do Tribunal Central Administrativo do Sul que deram razão ao Grupo CIMA/Inspecentro relativamente aos centros de inspecção de Tavira, Marinha Grande e Sardoal", refere o comunicado enviado às redacções pelo Centro de Inspecção Mecânica de Automóveis, integrado no grupo Tavfer.

No final do ano passado, este tribunal de última instância tinha decido negar provimento ao IMT no caso de "dois recursos interpostos por aquele instituto na sequência de duas decisões do Tribunal Administrativo do Sul que deram razão ao Grupo CIMA/Inspecentro relativamente ao centro de inspecção de Ponte de Lima e outro referente ao centro de inspecção de Seia".

O Grupo CIMA/Inspecentro adianta ainda, em comunicado, que "estas cinco sentenças preferidas até à data pelo Supremo Tribunal Administrativo vêm ao encontro dos legítimos interesses do Grupo CIMA/Inspecentro que sempre defendeu, junto do IMT e do seu Conselho Diretivo, a ilegalidade das suas deliberações que em muito prejudicaram, e continuam a prejudicar, o normal funcionamento do Grupo TAVFER".

 




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