Aviação TAP interessada em Singapura

TAP interessada em Singapura

O próximo destino da TAP pode voltar a estar a Oriente. A companhia portuguesa pediu autorização ao regulador da aviação civil para explorar voos entre Lisboa e Singapura.
TAP interessada em Singapura
David Martins
Wilson Ledo 17 de Outubro de 2016 às 10:07

A TAP está interessada em voar para Singapura, no sudeste asiático. A companhia aérea portuguesa solicitou ao regulador da aviação, a Autoridade Nacional da Aviação Civil, autorização nesse sentido.

"Torna-se público que a TAP Portugal requereu uma autorização para a exploração de serviços regulares extra – União Europeia na rota Lisboa/Singapura/Lisboa, em regime de partilha de código", pode ler-se num aviso publicado esta segunda-feira, 17 de Outubro, em Diário da República.

Com a referência à "partilha de código" – acção mais conhecida como "code-share" no sector – a TAP não terá, obrigatoriamente, de criar uma nova rota para aquele território. A mesma poderá ser garantida através da parceria com uma companhia que opere para Singapura, preferencialmente membro da Star Alliance, onde se encontram 28 transportadoras aéreas.

Contactado pelo Negócios, um porta-voz da companhia esclareceu que "a TAP não tem prevista a abertura de uma nova rota" mas não fecha a porta a esta possibilidade, mais concretamente através do referido acordo de "code-share" com uma companhia. A Singapore Airlines, também ela membro da Star Alliance, deverá ser a opção em cima da mesa.

Caso a TAP avance com uma nova rota, segue em direcção contrária ao seu plano de expansão, focado no mercado norte-americano, onde o accionista David Neeleman – associado a Humberto Pedrosa no consórcio Atlantic Gateway - tem um profundo conhecimento do mercado. Foram já inauguradas este ano novas rotas para o aeroporto JFK, em Nova Iorque, e para Boston e assinada uma parceria de "code-share" com a Jetblue.

Singapura surge depois de se saber também que Portugal passará a contar com três a quatro voos directos para a China a partir de 2017. A operação será garantida pela HNA, que é accionista da companhia aérea Azul, controlada por David Neeleman.




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Filipe Há 2 semanas

Ainda bem que cancelaram os A350

Anónimo Há 2 semanas



PS . BE . PCP - são uns PHILHOS DE PHU TA que xupam o sangue ao POVO...

para dar mais dinheiro e privilégios aos FP & CGA.

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