Banca & Finanças Taxas máximas nos cartões de crédito e crédito automóvel atingem mínimo de sempre

Taxas máximas nos cartões de crédito e crédito automóvel atingem mínimo de sempre

As taxas máximas que as instituições financeiras podem cobrar no crédito aos consumidores vão voltar a descer.
Taxas máximas nos cartões de crédito e crédito automóvel atingem mínimo de sempre
Miguel Baltazar/Negócios
Nuno Carregueiro 07 de junho de 2017 às 13:17

As taxas de juro máximas que as instituições financeiras poderão praticar vão voltar a descer no terceiro trimestre do ano, de acordo com a informação divulgada esta quarta-feira, 7 de Junho, pelo Banco de Portugal.

 

No caso dos cartões de crédito e crédito para aquisição de carros novos as taxas máximas serão mesmo as mais baixas desde que o regulador começou a impor tectos nos juros (2009).

 

De acordo com o Banco de Portugal, a taxa máxima que as instituições financeiras podem cobrar nos cartões de crédito, linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto não poderá exceder os 16,4% no terceiro trimestre. Trata-se de um mínimo e uma queda de três décimas face ao actual trimestre. No terceiro trimestre do ano passado a taxa máxima situava-se nos 17,6% e um ano antes nos 19%, o que mostra como as taxas máximas dos cartões de crédito têm vindo a descer nos últimos tempos.

 

A taxa de juro a praticar no terceiro trimestre na locação financeira ou ALD para compra de automóveis novos baixa para 5,3%. Uma descida de uma décima face ao actual trimestre e o nível mais baixo de sempre.

 

No crédito automóvel com reserva de propriedade e outros para veículos novos a taxa no terceiro trimestre também atingirá um mínimo, ao descer três décimas para 12,3%.

 

No que diz respeito às taxas máximas aplicáveis aos contractos de crédito aos consumidores, a taxa máxima no crédito pessoal baixa uma décima para 5,5% (ainda acima do mínimo de 5,3% registado no primeiro trimestre de 2015).

 

Nos outros créditos pessoais (sem finalidade específica, lar, consolidado e outras finalidades) a taxa mantém-se num mínimo de 14,1%.




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comentários mais recentes
TBrites 07.06.2017

Os bancos, se não sacam o que querem via juros, simplemente vão sacar via comissões!

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