Ideias e Negócios Tornar o mundo melhor dá prémio

Tornar o mundo melhor dá prémio

Cerca de 90 mil euros para cinco jovens é o que a Rolex propõe no seu prémio de empreendedorismo na área do meio ambiente, tecnologias ou exploração.
Tornar o mundo melhor dá prémio
Bloomberg
Alexandra Machado 28 de junho de 2017 às 21:30
Jovens com iniciativas que ambicionem construir um mundo melhor. É assim que a Rolex descreve o seu prémio de empreendedorismo para 2018, cujo prazo de candidaturas termina esta sexta-feira, 30 de Junho.

O prémio Rolex de Empreendedorismo, criado há 41 anos, tem desde 2010 duas componentes. Uma é o Programa Jovens Empreendedores, criado em 2010, que, em 2018, atribuirá a cada um dos cinco vencedores um total de 100 mil francos suíços (cerca de 92 mil euros), de acordo com um comunicado da Rolex.

Nunca houve, nestes anos de edição, qualquer projecto implementado por um português, apurou o Negócios.  Os prémios estão abertos a todas as nacionalidades.

Na edição anterior, em 2016 - o prémio é bianual -, Joseph Cook, do Reino Unido, tinha 29 anos quando conquistou um dos prémios com a criação da missão Ice Alive, que pretende estudar os micróbios polares existentes na "floresta glacial" da Groenlândia; Oscar Ekponimo, da Nigéria, 30 anos, criou o Chowberry, uma aplicação que na internet permite monitorizar o prazo de validade dos produtos alimentares.

São exemplos de projectos que venceram nesta categoria dos jovens empreendedores.

Os jovens candidatos têm de ter idade entre os 18 e os 30 anos (idade a 30 de Junho), devendo apresentar "projectos ou planos de trabalho que expressem um objectivo claro, sejam originais e tenham um impacto significativo". E em três áreas: meio ambiente, ciências e tecnologias aplicadas ou exploração.

Depois de recebidas as candidaturas, o júri escolherá, no início do próximo ano, os vencedores, que serão divulgados depois.

Desde que em 1976 foram criados, os prémios Rolex já tiveram 140 vencedores que foram vistos como tendo projectos inovadores e que, segundo a Rolex, "já impactou a vida de milhões de pessoas em mais de 60 países".



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