Banca & Finanças Trabalhadores do Popular devem integrar Santander Totta até final do ano

Trabalhadores do Popular devem integrar Santander Totta até final do ano

Os trabalhadores do Popular Portugal e da Primestar devem ser integrados no Santander Totta até ao final do ano. A expectativa foi transmitida pela equipa de Vieira Monteiro ao Sindicato dos Quadros Técnicos. Afastada está a possibilidade de um despedimento colectivo.
Trabalhadores do Popular devem integrar Santander Totta até final do ano
Miguel Baltazar
Maria João Gago 20 de julho de 2017 às 11:49

Os mais de 900 trabalhadores do Banco Popular Portugal e da Primestar, empresa especializada na gestão de créditos, devem ser integrados no Santander Totta até ao final do ano, depois de obtidas as autorizações da Direcção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia (DGComp, na sigla inglesa) e do Banco Central Europeu, de acordo com a informação divulgada pelo Sindicato Nacional dos Quadros Técnicos Bancários (SNQTB) em comunicado.

 

O calendário previsível para a integração de trabalhadores, que coincide com a expectativa de conclusão da autorização da operação, foi avançado pela administração do Santander Totta ao SNQTB numa reunião com a estrutura liderada por Paulo Marcos, que teve lugar esta quarta-feira.

 

Neste encontro, a equipa liderada por António Vieira Monteiro garantiu ao sindicato que não haverá qualquer despedimento colectivo na sequência da absorção destes bancários. "As eventuais cessações de contratos de trabalho serão sempre negociadas com os trabalhadores, sejam quais forem as instituições de origem", esclarece o presidente do SNQTB, citado em comunicado.

 

De acordo com a informação prestada à estrutura representante dos trabalhadores, o Santander Totta "aplicará de forma igualitária a sua política de pessoal aos trabalhadores oriundos do Banco Popular, não havendo qualquer despedimento colectivo. Esta é uma decisão que nos tranquiliza, muito embora não nos impeça de nos mantermos atentos e interventivos neste processo", adianta ainda Paulo Marcos.

 

Relativamente aos trabalhadores da Primestar, o SNQTB recebeu garantias de que os compromissos contratuais existentes irão manter-se nas condições actuais.



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