Empresas Trabalhadores de 'call centers' da EDP aprovam moções a exigir fim da precariedade

Trabalhadores de 'call centers' da EDP aprovam moções a exigir fim da precariedade

Os trabalhadores da multinacional Randstad que prestam serviços nos 'call centers' da EDP em Lisboa aprovaram esta quarta-feira duas moções a exigir o fim do trabalho precário e a melhoria de condições laborais, que entregaram à empresa e ao Parlamento.
Trabalhadores de 'call centers' da EDP aprovam moções a exigir fim da precariedade
Miguel Baltazar/Negócios
Lusa 19 de Outubro de 2016 às 15:23

"Estamos a manifestar a nossa solidariedade para com os trabalhadoras da Randstad, que trabalham para a EDP, e a todos os que estão envolvidos em contratos de trabalho precários, e dizer-lhes que este é o momento importante para que se tomem medidas legislativas para acabar com este flagelo", afirmou à Lusa o secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos, presente no protesto.

 

Os trabalhadores dos 'call-center' (centros de contacto) da EDP em Lisboa, afectos ao Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas - muitos dos quais em regime de prestação de serviços há mais de 25 anos -, realizaram esta quarta-feira, 19 de Outubro, uma greve como forma de luta contra a precariedade.

 

Ao início da manhã, dezenas desses trabalhadores concentraram-se na saída da estação de metro do Cais do Sodré, seguindo o protesto para a sede da EDP, na Avenida 24 de Julho, e depois para a Assembleia da República, ao final da manhã.

 

"Tem sido uma luta longa", afirmou Arménio Carlos, defendendo que não é admissível que a EDP, "que tem lucros monumentais e administradores com salários dos mais elevados no país", esteja de costas voltadas para a resolução de um problema "que facilmente teria solução se os trabalhadores passassem para o quadro de efectivos" da empresa.

 

O sindicalista salientou que o futuro do trabalho não se constrói com precariedade e baixos salários, mas dando condições, estabilidade e segurança no emprego.

 

A delegada sindical Anna Catarino Romão, do Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas, classificou como "uma falsa prestação de serviços" o trabalho desses 'call center', defendendo tratar-se de uma função "que não se justifica estar entregue" a prestadores de serviços.

 

"A moção [aprovada hoje pelos trabalhadores] foi ao encontro do fim à falsa prestação de serviços na EDP, enquanto a moção que entregámos na Assembleia da República passa por sensibilizar os deputados para a necessidade de alterações legislativas" nesta matéria, precisou a delegada sindical.

 

Anna Catarino Romão disse ainda que os trabalhadores "estão preparados para continuar esta luta" caso não haja resposta da EDP, dos governantes e dos deputados.




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mais votado Anónimo Há 3 semanas


O VERDADEIRO CRIME ORGANIZADO

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


ARMÉNIO CARLOS ROUBA OS TRABALHADORES DO PRIVADO

Vitória para uns, significa derrota para os outros.

As vitórias de Arménio Carlos traduzem-se sempre em mais privilégios para a FP e ...

mais impostos sobre os restantes trabalhadores, para sustentar esses privilégios.


comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas



Os ladrões de esquerda


PS . BE . PCP - são uns PHILHOS DE PHU TA que xupam o sangue ao POVO...

para dar mais dinheiro e privilégios aos FP & CGA.


Anónimo Há 3 semanas


O VERDADEIRO CRIME ORGANIZADO

FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


ARMÉNIO CARLOS ROUBA OS TRABALHADORES DO PRIVADO

Vitória para uns, significa derrota para os outros.

As vitórias de Arménio Carlos traduzem-se sempre em mais privilégios para a FP e ...

mais impostos sobre os restantes trabalhadores, para sustentar esses privilégios.


Anónimo Há 3 semanas


Um governo de ladrões

PS - PCP - BE -- FP . CGA – 40 ANOS A ROUBAR OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


Novas pensões mínimas serão sujeitas a prova de rendimento...

para se gastar mais dinheiros com os subsídios às pensões douradas da CGA.


(As pensões da CGA são subsidiadas em 500€, 1000€, 1500€ e mais, por mês.

Estas pensões sim, devem ser sujeitas a condição de recursos.

E não as mínimas.)

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