Telecomunicações Tráfego do serviço universal postal caiu 8,5% até Setembro

Tráfego do serviço universal postal caiu 8,5% até Setembro

As encomendas impulsionaram o aumento das receitas dos serviços postais para 152 milhões de euros no terceiro trimestre de 2017. O tráfego postal do serviço universal, prestado pelos CTT, diminuiu 8,5%.
Tráfego do serviço universal postal caiu 8,5% até Setembro
Bloomberg
Sara Ribeiro 05 de janeiro de 2018 às 13:14

O tráfego dos serviços postais continua a cair. No terceiro trimestre de 2017 houve uma queda de 7,1% face ao período homólogo. De acordo com os dados divulgados pela Anacom esta sexta-feira, 5 de Janeiro, durante esse período foram distribuídos cerca de 180 milhões de objectos.

Pelo contrário, as receitas provenientes deste segmento subiram 0,7% para 152 milhões de euros. Um crescimento impulsionado pelo tráfego de encomendas que foi responsável por 27% das receitas, contra 26,4% no período homólogo. A receita média por objecto aumentou 8,4% face ao trimestre homólogo, detalha o regulador.

Do total de objectos distribuídos, "95,5% destinaram-se ao mercado nacional, enquanto os restantes 4,5% tiveram como destino outros países. Cerca de 79,2% do tráfego postal dizia respeito a correspondências, 7,3% era correio editorial e 7,9% publicidade endereçada". As encomendas representaram 5,6% do tráfego total, o que traduz uma subida de 5,1% face ao trimestre anterior e de 0,5% em termos homólogos.

No que toca ao tráfego do serviço universal postal, que representa 84,1% do total, diminuiu 8,5% face ao período homólogo.

Os CTT continuam a dominar o segmento com uma quota de 91,7% do tráfego postal total. No entanto, a fatia tem vindo a diminuir. No terceiro trimestre do ano anterior registava uma quota de 92%, enquanto que no segundo trimestre de 2017 chegava aos 92,6%.

De acordo com os dados publicados pela Anacom, no terceiro trimestre de 2017 o número de pontos de acesso aumentou 0,6% face ao período homólogo. Já os centros de distribuição diminuíram 0,2% e a frota de veículos também recuou 1,2%.




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