Banca & Finanças Tranquilidade muda nome para Seguradoras Unidas após fusão com Açoreana

Tranquilidade muda nome para Seguradoras Unidas após fusão com Açoreana

As marcas das companhias seguradoras alvo de fusão na Tranquilidade (Açoreana, Logo e T-Vida) vão manter-se separadas mas a sociedade de topo vai mudar de nome. A companhia reforça que não há qualquer impacto no cliente.
Tranquilidade muda nome para Seguradoras Unidas após fusão com Açoreana
Diogo Cavaleiro 02 de janeiro de 2017 às 13:32

Após a fusão com a Açoreana, Logo e T-Vida, a Tranquilidade mudou a sua designação. Agora, a empresa de topo do grupo segurador vai responder a um novo nome: Seguradoras Unidas S.A.

 

A autorização para a Companhia de Seguros Tranquilidade alterar o seu nome para Seguradoras Unidas foi tomada na passada terça-feira, 27 de Dezembro, numa reunião do regulador do sector, a ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.

 

A designação social da sociedade de topo muda mas "Tranquilidade, Açoreana e Logo continuam a ser as marcas comerciais, com a sua identidade própria", assinala um comunicado disponível no site da companhia que pertencia ao Grupo Espírito Santo e que foi comprada pelo fundo americano Apollo no início de 2015. É por esse motivo que a empresa garante que o processo "não tem qualquer impacto nos clientes".

 

"A fusão legal traz um ganho de dimensão e de escala, algo que vai reforçar a oferta de produtos e serviços para clientes e parceiros de distribuição (corretores e agentes). Esta operação permite ainda uma gestão de capital mais adequada e uma harmonização do modelo de governo e dos mecanismos de controlo", assegura o mesmo comunicado. Foi a 27 de Dezembro que a fusão por incorporação das companhias na Tranquilidade foi autorizada pelo regulador liderado por José Almaça.

 

A Logo e a T-Vida já integravam o mesmo grupo segurador da Tranquilidade mas a Açoreana foi adquirida pela companhia no ano passado, pelo que a Apollo defende ter agora o segundo maior grupo do ramo não vida.

 

O fundo Apollo ficou com as duas companhias prejudicadas pela aplicação de medidas de resolução a bancos (BES e Banif). Antes de a fusão ocorrer, o grupo abriu um plano de rescisões voluntárias para os trabalhadores com mais de 59 anos, tendo obtido a adesão de 4% do quadro. O grupo, cujo presidente executivo é Jan Adriaan de Pooter, tem 1.370 funcionários.




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