Banca & Finanças Transferências bancárias imediatas europeias só chegam a Portugal em 2018

Transferências bancárias imediatas europeias só chegam a Portugal em 2018

As transferências expresso arrancam em oito países europeus esta terça-feira, mas Portugal vai ter de esperar até ao segundo trimestre de 2018.
Transferências bancárias imediatas europeias só chegam a Portugal em 2018
Bloomberg
Negócios 21 de novembro de 2017 às 11:06
As transferências bancárias imediatas na Europa arrancam hoje em oito países europeus. Mas Portugal só vai ter esta solução disponível a partir do segundo trimestre de 2018.

A notícia é avançada pelo Diário de Notícias esta terça-feira, 21 de Novembro. A partir de hoje vai ser possível fazer estas transferências expresso na Áustria, Estónia, Alemanha, Itália, Letónia, Lituânia, Holanda e Espanha.

Nestes oito países existem 585 entidades que vão aderir a este serviço. Estas transferências bancárias são imediatas e mais baratas, havendo alguns casos em que são mesmo grátis. O limite de pagamentos são 15 mil euros.

Segundo o Banco de Portugal, o país ainda está na fase de "dotar o mercado nacional de uma solução de pagamentos imediatos compatíveis com os requisitos pan-europeus. Os agentes nacionais encontram-se a desenvolver uma nova solução que assegura a interoperabilidade com os outros processadores europeus".

As transferências e pagamentos expresso serão feitos para países da Área Única de Pagamentos em Euros (SEPA), que inclui os 28 países da União Europeia e outros países como a Noruega ou a Suíça.



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comentários mais recentes
Anónimo Há 3 semanas

Por acaso quero ver como o BdP descalça esta bota com os lobbies bancários portugueses, então vamos ter transferências internacionais interbancárias mais rápidas que as nacionais? quando é que o regulador defende os interesses dos utilizadores e não os regula apenas os desinteresses na banca?

MM Há 3 semanas

O Banco de Portugal como regul...defensor dos bancos não tem pressa nenhuma, pois isto não interessa aos Bancos, uma vez que assim vão deixar de poder cobrar por transferências internacionais urgentes.

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