Transportes Transtejo e Soflusa terão 18 a 20 barcos disponíveis no fim deste ano

Transtejo e Soflusa terão 18 a 20 barcos disponíveis no fim deste ano

O Governo garante que as empresas de transporte fluvial vão investir este ano 10 milhões de euros na manutenção da frota, mas recorda que há procedimentos administrativos a cumprir.
Transtejo e Soflusa terão 18 a 20 barcos disponíveis no fim deste ano
Bruno Simão/Negócios
Maria João Babo 03 de outubro de 2017 às 15:07

O Ministério do Ambiente garante que as empresas Transtejo e Soflusa vão terminar 2017 com 18 a 20 barcos disponíveis, salientando que o mínimo para uma operação completa é de 18.

Em resposta a questões colocadas por deputados do PCP relativamente à situação destas empresas de transporte fluvial e a novos cortes na oferta, o gabinete de João Pedro Matos Fernandes recordou que o Governo procedeu a um reforço orçamental que permitiu à Transtejo e Soflusa investirem em 2017 10 milhões de euros na manutenção das respectivas frotas.

"Após a decida autorização de despesa há um conjunto de procedimentos administrativos a cumprir, ao abrigo dos contratos públicos, que têm vindo a ser desenvolvidos", afirma o Ministério do Ambiente, salientando que "este esforço já se traduz num aumento da frota disponível em quase 10% face ao período homólogo de 2016".

Na pergunta dirigida ao Governo, os deputados do PCP afirmavam ter tomado conhecimento de um novo corte na oferta de transporte fluvial na Soflusa em hora de ponta, agravando o serviço público de transporte que liga o Barreiro a Lisboa, com o corte de cinco carreiras entre as duas margens.

Na resposta, o gabinete de Matos Fernandes reconhece que "a paralisação imprevista do Cesário Verde, por avaria grave, impossibilitou o cumprimento dos horários em algumas ligações".

A expectativa da Transtejo, acrescenta ainda, é ter de um novo um navio de reserva (o São Julião) a partir desta primeira semana de Outubro, evitando novas supressões.

"No entanto, dada a idade da frota e a intensidade de utilização, os índices de avarias são muito elevados", reconhece o Ministério, adiantando que nesta linha "está a ser estudado um plano de renovação da frota, que permitirá claros ganhos de operacionalidade".




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