Banca & Finanças Ulrich: BFA "é uma história muito bonita e superiormente rentável"

Ulrich: BFA "é uma história muito bonita e superiormente rentável"

Nas últimas contas em que o BPI tem a maioria do capital do BFA, Fernando Ulrich agradeceu "a todos em Angola". No ano em que o banco angolano teve o maior lucro de sempre, o banqueiro recordou que a sua história "é muito bonita e superiormente rentável".
Ulrich: BFA "é uma história muito bonita e superiormente rentável"
Paulo Duarte/Negócios
Maria João Gago 26 de janeiro de 2017 às 17:59

"Tenho muito orgulho em ter participado do projecto" do Banco de Fomento Angola. "É uma história muito bonita e superiormente rentável", afirmou Fernando Ulrich na apresentação dos resultados de 2016, os últimos que reflectem uma posição maioritária na instituição angolana. 

 

"É uma história que para mim terminou. Tenho lá muitos amigos e vou continuar a ir a Angola. Do ponto de vista institucional não será a mesma coisa. Mas não por causa de CaixaBank mas por causa do BCE", adiantou o banqueiro, quando questionado sobre a intenção, expressa pelo grupo catalão, de sair de Angola a prazo. Ao mesmo tempo, Ulrich deixou entender a crítica que, nos últimos meses, foi fazendo ao supervisor europeu por exigir ao BPI que saia de Angola. 

 

O presidente do BPI aproveitou ainda para "agradecer o trabalho notável feito no BFA e para agradecer a todos em Angola, autoridades e clientes".

O BFA obteve em 2016 um lucro líquido individual de 338,3 milhões de euros, o que representa o valor mais elevado de sempre.

 

No comunicado com a apresentação de resultados, o banco angolano contribuiu com 162,7 milhões de euros para os resultados do BPI, o "que corresponde a uma apropriação de 50,1% do lucro individual do BFA, sendo superior em 20% ao contributo de 2015".


(Notícia actualizada às 19:11)



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