Comércio Vendas da Unilever crescem acima das estimativas no primeiro trimestre

Vendas da Unilever crescem acima das estimativas no primeiro trimestre

As vendas subjacentes da multinacional de bens de consumo cresceram 2,9% nos primeiros três meses do ano, ficando acima das estimativas dos analistas. O total das receitas superou os 13 mil milhões de euros.
Vendas da Unilever crescem acima das estimativas no primeiro trimestre
Bloomberg
Ana Laranjeiro 20 de abril de 2017 às 07:53

As vendas da Unilever, multinacional que comercializa bens de consumo, ficaram acima da expectativa do mercado. Um comunicado divulgado esta quinta-feira, 20 de Abril, mostra que as vendas subjacentes cresceram 2,9% no primeiro trimestre e os preços aumentaram 3%.

Os analistas, de acordo com a Bloomberg, antecipavam um crescimento das vendas na ordem dos 1,9% e que os preços tivessem subido acima dos 2,6%.

As receitas totais da empresa, que detém marcas como a Dove e a Lipton, ascenderam a 13,3 mil milhões de euros, o que reflecte um crescimento de 6,1%, de acordo com o comunicado. Os analistas antecipavam que as receitas ficassem ligeiramente abaixo, nos 13,2 mil milhões de euros.

O dividendo trimestral subiu 12% para 0,3585 euros por acção. A expectativa era que o dividendo fosse de 0,33 euros por acção.

Paul Polman, CEO, em comunicado avança que os resultados relativos aos primeiros três meses do ano "reflectem o investimento contínuo tanto em inovação como em apoio às marcas e reitera a força do modelo de crescimento sustentável a longo prazo".

Unilever vai recomprar acções e aumentar o dividendo em 12%

No início de Abril, e depois de a empresa ter recusado a oferta de compra da norte-americana Kraft Heinz em Fevereiro, a Unilever deu início a uma revisão da sua estratégia. A holandesa pretende recomprar acções no valor de 5 mil milhões de euros e aumentar o dividendo em 12%, algo que foi assim confirmado esta quinta-feira.

"A revisão que o conselho de administração realizou foi detalhada e abrangente", afirmou na altura Marijn Dekkers, chairman da Unilever, num comunicado citado pela Bloomberg. "Confirmou que o nosso modelo de criação de valor de longo prazo para os accionistas foi bem-sucedido e continua tão válido como sempre".




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