Automóvel Vendas de carros com menor aumento em três anos

Vendas de carros com menor aumento em três anos

As vendas de automóveis registaram o menor aumento dos últimos três anos. Num ano em que a Renault reforçou a liderança no mercado de veículos ligeiros. A grande "derrotada" foi a Volkswagen.
Vendas de carros com menor aumento em três anos
Balint Porneczi/Bloomberg
Sara Antunes 02 de janeiro de 2017 às 17:41

No acumulado de 2016, foram vendidos 247.343 carros em Portugal, mais 15,8% do que no ano anterior, revelou esta segunda-feira, 2 de Janeiro, a Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

 

Apesar de se ter verificado um aumento de vendas, os dados revelam um abrandamento do sector, com o aumento de vendas a ser o mais baixo dos últimos três anos - período em que o sector recuperou da queda abrupta vivida devido à crise financeira que afectou o país.

 

Todos os segmentos registaram crescimentos, tendo o maior aumento sido verificado nos pesados de passageiros (37,4%) e o menor nos comerciais ligeiros (13%). O mercado de ligeiros registou um crescimento total de 15,7% para 242.219 viaturas. Já o mercado de pesados cresceu 19,4% para 5.124 unidades.

 

Por marcas, no acumulado do ano, a Renault vendeu 33.312 veículos ligeiros, o que corresponde a 13,75% do mercado. A marca francesa reforçou assim a liderança no mercado nacional, já que, em 2015, a quota de mercado da Renault era de 12,78%.

 

A segunda marca mais vendida foi a Peugeot, com uma quota de 10,52%. Em terceiro lugar surge a Volkswagen, tal como no ano passado, com uma quota de 7,9%, o que compara com os 9,01% registados há um ano.

 

No segmento de veículos pesados, é a Scania que lidera, sendo responsável por 18,5% do mercado, o que corresponde a um reforço de posição face à quota de mercado observada no final de 2015 (15,65%). Segue-se a Iveco (16,92%) e a MAN (13,8%).




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mais votado Anónimo Há 3 semanas

Fico sempre admirado como tantos ficam hipotecados uns quantos anos para comprar lixo novo sem qualidade.
Umas árvores de Natal com rodas com motores cheios de turbos com o mínimo de peso possível porque se não aquilo nem anda basta uns quantos Km e já estão cheios de barulhos só falta os bancos serem em plástico.

comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

Os Fps não brincam em serviço. Mal este governo anunciou as novas e multiplas benesses,bora lá a comprar pópó novo.

Aónio Eliphis Há 2 semanas

Temos de ter em conta a situação da economia das famílias e perceber que o português médio já trabalha quase metade do ano (300€ por mês, em 711€ que é o salário médio líquido) para pagar as despesas anuais totais do seu carro. Elas são o seguro, o combustível, as revisões, reparações, possível crédito automóvel, desvalorização do veículo, lavagens, eventuais multas, IUC, portagens e parqueamento. Esse custo total ultrapassa muitas vezes os 500€ por mês, mas as pessoas não fazem essa contabilidade porque as contas que se pagam aparecem distribuídas pelo ano em diferentes parcelas. Faça você mesmo as suas contas em AUTOCUSTOS.PT e poderá ficar surpreso com o resultado final! Pense depois quanto ganha por mês e quantos meses tem de trabalhar para suster o seu carro!

Anónimo Há 3 semanas

Fico sempre admirado como tantos ficam hipotecados uns quantos anos para comprar lixo novo sem qualidade.
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