Banca & Finanças Verificação dos créditos da Rioforte e ESI arranca quinta-feira

Verificação dos créditos da Rioforte e ESI arranca quinta-feira

Os créditos privilegiados sobre as três empresas de topo do Grupo Espírito Santo vão ser alvo de uma verificação na próxima quinta-feira. Mas o prazo para a reclamação de créditos vai até Maio de 2017.
Verificação dos créditos da Rioforte e ESI arranca quinta-feira
Bruno Simão
Diogo Cavaleiro 17 de Outubro de 2016 às 09:20

A insolvência do Grupo Espírito Santo vai dar um novo passo. Na quinta-feira da próxima semana, dia 20 de Outubro, será realizada uma verificação de parte das reclamações de crédito da Espírito Santo Control, Espírito Santo International e Rioforte. O que não quer dizer que o processo esteja para terminar.

 

"Apenas os créditos privilegiados serão abrangidos nesta primeira sessão de verificação", indica uma nota colocada no site das insolvências do GES, com data de 13 de Outubro.

 

Os créditos privilegiados são os que as empresas do GES, sediadas no Luxemburgo, têm de respeitar perante o Estado e os trabalhadores. São créditos que têm privilégio de reembolso sobre outro tipo de créditos, como os comuns e subordinados.

 

Ou seja, à partida (a graduação dos créditos é confirmadas apenas pelos administradores de insolvências), a dívida de 897 milhões de euros que a antiga PT SGPS, agora Pharol, tem sobre a Rioforte não está abrangida nesta verificação de créditos inicial, já que é uma dívida comum.

 

O mesmo acontece com os clientes do Banco Espírito Santo que, aos seus balcões, compraram papel comercial emitido pela ESI e pela Rioforte e que não foram reembolsados.

 

Foi no final de 2014 que as sociedades do GES entraram em insolvência depois de a justiça do grão-ducado ter recusado a gestão controlada, uma espécie de processo de revitalização. Desde aí, os credores têm a possibilidade de fazer as respectivas reclamações mas os prazos impostos têm sido sucessivamente estendidos. 31 de Outubro era a última data prevista, que foi já prolonga até 31 de Maio de 2017.

Até aqui, há cerca de 8.000 milhões de euros reclamados nas insolvências destas empresas do GES. 




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Anónimo Há 2 semanas



PS - PCP - BE -- ROUBAM OS TRABALHADORES E PENSIONISTAS DO PRIVADO


Novas pensões mínimas serão sujeitas a prova de rendimento...

para se gastar mais dinheiros com os subsídios às pensões douradas da CGA.


(As pensões da CGA são subsidiadas em 500€, 1000€, 1500€ e mais, por mês.

Estas pensões sim, devem ser sujeitas a condição de recursos.

E não as mínimas.)


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