Imobiliário "Vistos Gold" renderam investimentos de 4,5 milhões por dia em Janeiro

"Vistos Gold" renderam investimentos de 4,5 milhões por dia em Janeiro

Os 141,2 milhões de euros injectados no primeiro mês do ano através do programa de autorizações de residência para investimento significam uma subida de 61% em cadeia e mais do triplo do registado em Janeiro do ano passado.
"Vistos Gold" renderam investimentos de 4,5 milhões por dia em Janeiro
Duarte Roriz/Correio da Manhã
Lusa 13 de fevereiro de 2017 às 17:04
O investimento captado através dos Vistos 'Gold' em Janeiro subiu 61% face a Dezembro e mais do que triplicou em termos homólogos para 141 milhões de euros (cerca de 4,5 milhões de euros por dia), segundo dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

No primeiro mês do ano, o investimento resultante da Autorização de Residência para a actividade de Investimento (ARI), como também são conhecidos os vistos 'Gold', totalizou 141.250.454,23 euros, uma subida de 61% face a Dezembro (87.482.100,72 euros) e de 266% face Janeiro de 2016 (38.574.620,34 euros).

Do total do montante captado em Janeiro, a maior parte (126.510.764,48 euros) correspondeu a investimentos de compra de bens imóveis, enquanto a transferência de capital arrecadou 14.739.689,75 euros.

O número de vistos dourados atribuídos em Janeiro totalizou 221, dos quais 207 pela compra de bens imóveis e 14 pelo critério de transferência de capital

Dos 207 atribuídos mediante o critério de aquisição de bens imóveis, destaque que no mês passado foram atribuídos mais três vistos dourados para reabilitação urbana, no âmbito das novas regras de concessão de ARI, em vigor desde Setembro de 2015.

Até final de Janeiro tinham sido concedidos 12 Vistos 'Gold' para reabilitação urbana, sendo que o primeiro foi atribuído em Julho de 2016.

Em termos acumulados - desde que os vistos 'dourados' começaram a ser atribuídos, em 8 de Outubro de 2012, até Janeiro último -, o investimento total captado com as ARI atingiu os 2.708.427.398,85 euros, dos quais 266,189,285,37 euros por transferência de capital e 2.442.238.113,48 euros pela compra de bens imóveis.

Desde a criação deste instrumento, que visa a captação de investimento, foram atribuídos 4.423 ARI: dois em 2012, 494 em 2013, 1.526 em 2014, 766 em 2015, 1.414 em 2016 e 221 este ano.

Em termos acumulados, desde a sua criação até Janeiro, foram concedidos 4.171 vistos pelo requisito da aquisição de bens imóveis, 246 por transferência de capital, e seis pela criação de, pelo menos, 10 postos de trabalho.

A China lidera a lista de ARI atribuídas (3.154 até Janeiro, seguida do Brasil (282), Rússia (159), África do Sul (148) e Líbano (80).

As novas regras para a obtenção de Vistos 'Gold', que alargaram os critérios de investimento para cidadãos fora da União Europeia a áreas como reabilitação urbana e ciência, entre outras, entraram em vigor a 03 de Setembro de 2015.

Desde 2013 foram atribuídas 7.038 autorizações de residência a familiares reagrupados: 576 em 2013, 2.395 em 2014, 1.322 em 2015, 2.344 em 2016 e 401 em 2017.



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mais votado Anónimo 13.02.2017

Que grandes politicos nos temos ; empurram os nossos para a emigracao, e vendem o lugar deles aos ESTRANGEIROS, e metem o dinheiro ao bolso; e' bom negocio!!!

comentários mais recentes
Luis Há 2 semanas

Vendem a nacionalidade portuguesa e a possibilidade de decidirem os nossos destinos.

Anónimo 14.02.2017

Quantos estão presos? Quantos vão presos? Resposta nenhum : Conclusão final ? Nada. Para que serve a justiça ? Nada. A justiça tem medo?Claro. Os juizes tem medo?Claro, são pesos pesados. Alem disso os juizes tem familia e eles proprios sem proteção. Bastava 20 anos de prisão para um o resto caía

Anónimo 13.02.2017

Que grandes politicos nos temos ; empurram os nossos para a emigracao, e vendem o lugar deles aos ESTRANGEIROS, e metem o dinheiro ao bolso; e' bom negocio!!!

Conselheiro de Trump 13.02.2017

Nao sei:a Franca nao embala neste tipo de jogo.Quando o governo frances ia por em pratica q os q mais ganhavam ou tinham, iam pagar um imposta extra:a franca cerca-os e portugal desanuviam-nos.Nao se podera chamar a isto um tipo de"PAPERS DO Panama?A p de varzim tem este modelo,mas nao gera economia

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