Indústria A "velha" indústria anda à procura de costureiras, técnicos e engenheiros
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A "velha" indústria anda à procura de costureiras, técnicos e engenheiros

Sector está com dificuldades em atrair "sangue novo"que garanta o futuro da componente industrial.
A "velha" indústria anda à procura de costureiras, técnicos e engenheiros
Paulo Duarte/Negócios
António Larguesa 12 de junho de 2013 às 00:01

O envelhecimento e a falta de mão-de-obra especializada disponível no mercado são das maiores ameaças às indústrias têxteis que sobreviveram à forte reestruturação nos ú

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mais votado Anónimo 12.06.2013

professores excedentários podiam ir trabalhar para os têxteis para saberem o que custa a vida!...de certeza que não faziam greves!...

comentários mais recentes
Anónimo 18.06.2013

Estive 20 anos em Portugal a trabalhar na industria de vestuário e nunca tivemos problemas de arranjar costureiras. Tivemos sérias problemas com o absentismo escialmente durante o periódo do verão quando os "Filhos" das costureiras estavam de férias. De momento a nossa industria está dar os seus "Ultimos" cartuchos, e as fábricas ainda existentes deviam já a preparar para servir o mercado nacional só, porque foi assim que a industria se transformou no resto de Europa. Portugal nunca soube ser realmente professional neste ramo. Enquanto as empresas produtivas no norte de Europa no mesmo ramo fechavam as suas unidades fabris, abriam-as em outros lugares do Mundo (incluíndo Portugal nos anos 70 e 80) para baixar custos, e enfim migravam para países de mãod'obra barata. Poucas empresas fizeram isso em Portugal, mas aqueles que o fizeram, estão em alta ainda. Só a inovação fará que a industria têxtil sobrevive em Portugal. Mas enquanto não tirem a "Maquina de Costura" da equação, estão a competir só na mão d'obra e concorrem directamente com os paises do Sub Continente onde pagam 31 centimos por hora! Até os Chineses estão a deixar de fabricar roupa na China e estão a levar as suas fábricas para países mais baratos. Sendo assim, em Portugal os ordenados continurão baixos porque não há margem de mais no mundo. Temos de trabalhar mais "espertamente" e sair da nossa zona de conforto, e innovar na industria. Alguns já consegirão em Portugal, eles sabem quem são, e innovação e pesguisa são necessários e não pelo estado. terá de ser feito pelos empresários, mas parece que o novo BMW ou Mercedes é bem mais interessante! Estou de momento a planear um nova unidade fábril em Inglaterra, para implementar novas ideias na produção. Pena que Portugal perdeu a sua joía na Coroa, e perdeu mão d'obra com vontade de trabalhar. A maioria do bons trabalhadores estão já no estrangeiro e nunca mais voltaerão a Portugal.

americo 12.06.2013

VAO AO PARLAMENTO QUE LA ENCONTRAM MUITOS PARA ESSES LUGARES

lidia drummond 12.06.2013

Vou explicar ao autor deste artigo, como não é possivel qualquer trabalhadora ser costureira numa Fábrica ou oficina de confecções. Quando a CEE enviou para Portugal fundos para formação profissional. uma parte destinava-se à formação de costureiras, que naquele tempo eram mulheres que saiam do campo, pela destruição da agricultura que eles CEE pagaram e o Cavaco aceitou. Os empresários da altura receberam triliões de contos para a formação. mas utilizaram o dinheiro para comprar casas, carros etc. Formar uma costureira leva muito tempo, porque não é coser a direito. É preciso conhecer todas as operações que compõem uma peça de vestuário. Como uma costureira não está habilitada a dar aulas, uma professora não sabe fazer as operações de uma peça de vestuário. Esta noticia é demagógica, porque conheço a industria Textil de todo o País e não sei de nenhuma Fábrica que precise de costureiras, que recebem salário inferior ao salário minimo e não podem deslocar-se do Algarve, Alentejo, Lisboa, etc. porque a maior parte da Industria de confecções está situada no Norte. Se o Senhor Jornalista, disser o nome e local desse pretenso empregador, eu conheço no minimo 200 costureiras que precisam de trabalho pois foi feito um despedimento colectivo numa Empresa de Portalegre. Cuidadinho com a demagogia e de falar daquilo que não sabe, porque ser costureira é uma arte, que não se compara a um trabalho de limpezas, que tambem está em crise, É só ver o caso da Conforlimpa.

ZÉ DA ESQUINA 12.06.2013

Episódio da vida real - parte III - A Madalena que vive no norte da Europa ganha uns miseráveis 2500 Euros por mês mas mesmo assim tem uma vida digna! Com uma taxa de desemprego tão baixa no seu país até recebe convites, mas a nosso triste Madalena farta-se de inscrever-se em empresas a ver se a chamam mas sabe que não falta quem esteja disposta a escravizar-se para conseguir o lugar, e às vezes até há meninas jovens e bonitas que dão algo mais, e por isso sabe que tem poucas hipóteses. Anda a pensar emigrar para a Suiça a ver que arranjar um lugar como mulher de limpezas onde poderá ganhar mais de 3000 Euros, ou num McDonalds de Londres onde ganhará 800 libras por semana, mas mesmo aí está dificil porque entra em concorrência com muitos licenciados Espanhois, Portugueses e Italianos que até já falam inglês.

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