Indústria Lucros da F. Ramada sobem 36,6% em 2015

Lucros da F. Ramada sobem 36,6% em 2015

O resultado líquido da F. Ramada cresceu no ano passado, para se estabelecer em 11,03 milhões de euros. As receitas totais também registaram um acréscimo face a 2014.
Lucros da F. Ramada sobem 36,6% em 2015
Carla Pedro 26 de Fevereiro de 2016 às 20:14

O resultado líquido do grupo Ramada ascendeu a 11,03 milhões de euros em 2015, o que representou uma subida de 36,6% face aos 8,07 milhões do ano anterior, anunciou o grupo em comunicado à CMVM.

 

Já as receitas totais ascenderam a 126,55 milhões de euros, o que correspondeu a um crescimento de 6,2% face ao exercício anterior, quando se fixaram nos 119,2 milhões de euros.

 

Os custos totais, excluindo amortizações, financeiros e impostos sobre o rendimento, foram de 108,6 milhões de euros, um acréscimo de 5,1% face a 2014.

 

Por seu lado, o EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) atingiu 17,87 milhões de euros, apresentando um crescimento de 13,1% face ao registado no ano precedente. A margem EBITDA foi de 14,1%, contra 13,3% no período homólogo anterior.

 

Recorde-se que a F. Ramada Investimentos é a sociedade-mãe de um conjunto de empresas (Grupo Ramada) que, no seu conjunto, desenvolvem duas actividades de negócio: i) indústria, que inclui a actividade de aços, de que se destaca o subsegmento de aços para moldes, a actividade de sistemas de armazenagem e a actividade relacionada com investimentos financeiros relativos a participações minoritárias; ii) imobiliária, vocacionada para a gestão de activos imobiliários.

 

Segundo a empresa, a actividade de aços registou um crescimento do volume de negócios no ano passado, face a 2014, ultrapassando as estimativas para este ano. "Este crescimento foi impulsionado pelo aumento de actividade no sector dos fabricantes de moldes, com forte impacto neste negócio".

 

"A indústria portuguesa de moldes para plástico, que ocupa um lugar cimeiro a nível mundial, esteve em alta em 2015, existindo a expectativa que irá continuar a acompanhar o forte movimento de renovação dos modelos automóveis com o objectivo de reduzir o peso e as emissões gasosas poluentes", acrescenta o comunicado da empresa presidida por João Borges de Oliveira.




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