Indústria OGMA vai distribuir parte dos lucros de 2016 pelos funcionários

OGMA vai distribuir parte dos lucros de 2016 pelos funcionários

A OGMA - Indústria Aeronáutica Portugal pretende distribuir parte dos lucros obtidos em 2016, ou seja, cerca de 1,5 milhões de euros, pelos seus funcionários, anunciou o presidente da empresa.
OGMA vai distribuir parte dos lucros de 2016 pelos funcionários
Bruno Simão
Lusa 01 de abril de 2017 às 10:36

Rodrigo Rosa (na foto) disse, em entrevista à rádio TSF, que a empresa de serviços de manutenção e fabrico de aeronaves, com maioria de capital detido pela brasileira Embraer, apresentou resultados líquidos superiores a 10 milhões, no ano passado.

O presidente da OGMA garantiu no programa A Vida do Dinheiro que "todos os empregados estão abrangidos" pela iniciativa, que distribuirá uma parte dos lucros, em função das metas que cada um atingiu no ano a que os resultados dizem respeito.


Para este ano, o responsável tem perspectivas positivas e prevê novas contratações, de "cerca de 100 novos trabalhadores", plano para concretizar a visão de crescimento para os próximos anos.

A OGMA desenvolve trabalhos em manutenção, reparação e revisão geral de aeronaves, de motores e componentes de aviação comercial, executiva e de defesa, dedicando-se ainda ao fabrico de estruturas para aeronaves civis e militares.


Desde a privatização, concretizada em 2005, a OGMA é detida em 65% pela Airholding SGPS (100% Embraer) e em 35% pela Empordef (100% Estado português). A empresa conta com 1.734 trabalhadores.


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comentários mais recentes
Anónimo 01.04.2017

Os funcionários deviam comprar acções se pretendessem receber parte dos lucros que a empresa conseguir realizar num ano. A própria empresa, podia criar um sistema de incentivos através de atribuição de stock options a quem mais se distinguisse na organização. Esta gente quer ter o melhor do sindicalismo marxista e do capitalismo de mercado dentro da mesma organização. Querem salários crescentes e contratos vitalícios à prova de condições de oferta e procura de mercado e de avanço tecnológico, por um lado. E por outro, ao mesmo tempo, querem retorno sobre o capital sem investirem e sem arriscarem. É um ridículo absurdo. É desta forma que Estados se tornam insustentáveis, sociedades se tornam iníquas e economias perdem toda a sua competitividade no mundo moderno e globalizado.

Conselheiro de Trump 01.04.2017

O empreendorismo em portugal faz lembrar aquel assalariado q nao se sente vem enquanto nao tiver gasto o seu salario mesmo sabendo q ele esta destinado para 30 dias.Achamos normal uma estupidez tao estupida.Esta estupida maneira de ver nao para de criar imparidades nos bancos,e o bom aluno q pague.

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