PME Governo tem 1.500 milhões para financiar empresas
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Governo tem 1.500 milhões para financiar empresas

Criar emprego, aumentar exportações e reduzir o fardo da dívida. São estes os objectivos principais das várias linhas de financiamento que o Governo se prepara para lançar nas próximas semanas.
Governo tem 1.500 milhões para financiar empresas
Bruno Simão
André Cabrita-Mendes 10 de fevereiro de 2016 às 00:01

O ministro da Economia tem preparado um pacote de apoios para as empresas portuguesas. Manuel Caldeira Cabral vai estar esta quarta-feira presente na gala PME Excelência em Santa Maria da Feira e leva na pasta 1.500 milhões de euros em

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mais votado surpreso1 Há 1 semana

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Anónimo Há 1 semana

Quem assim fala nao e grego,perdao gago.VERGONHA ASSUSTADORA.Como dizia ontem o ladrao 44:nao me deixam ser presidente da republica.A maneira como este podricao sacode a chuva do capote.Impressionante.

ZIAPMEI Há 1 semana

Não acreditem nesta propaganda. O Estado ou UE nunca dá ou empresta nada! Parem de enganar as pessoas!

Anónimo Há 1 semana

Três observações simples sobre o orçamento:

1ª – o poucochinho transformou cortes provisórios em impostos permanentes (a sobretaxa do IRS vigoraria mais um ano; os cortes na função pública e pensionistas mais dois ou três, creio). Isto significa que em breve os FP e pensionistas deixariam de estar sujeitos a estas medidas de austeridade, mas com os impostos não se livrarão deles tão cedo, ou seja, pagá-los-ão ad eternum (O Tribunal Constitucional não deveria ser chamado a pronunciar-se sobre esta substituição de medidas temporárias por medidas definitivas – todos sabem que os impostos quando chegam é para ficar). Os funcionários e os pensionistas estão contentes, mas esquecem-se que pagarão o retorno dos cortes com juros, até quando?

2ª – o poucochinho transformou cortes sectoriais (cortes nos funcionários públicos com ordenados superiores a 1.500 euros e pensionistas com pensões superiores a 1.000 euros) em impostos universais, por isso também pagos pelos mais pobres dos mais pobres. No meu caso, que sou FP, os cortes atingiam-me só a mim, no meu agregado familiar. Com os impostos, a minha mulher e os meus dois filhos passaram também a ser atingidos. Aquilo que passaremos a pagar no conjunto, facilmente superará o corte de que fui alvo! Isto é diminuir a austeridade e ajudar as famílias?

3ª – O poucochinho continua a alimentar o monstro à custa do sacrifício de todos para beneficiar uns poucos! Sou FP, ganho mais de 1500 euros mensais, sempre compreendi estes cortes em virtude da situação de emergência que o país viveu… Quando os meus tios foram à guerra para defender o país, deram muito mais pela pátria do que eu com estes cortes… Por que razão havemos de pôr tantos trabalhadores do privado e do público com ordenados inferiores ao meu a pagar estas devoluções que já estavam a ser revertidas???

Encontram neste orçamento alguma possibilidade, mesmo que remota, mesmo que dê certo, de “aumentar a justiça social”? Colocar o sector privado a pagar os cortes do sector público, pôr os pobres dos mais pobres a pagar os cortes da classe média (a classe média em Portugal) é aumentar a justiça social?

O PS, o BE e o PCP são mesmo de esquerda?

surpreso1 Há 1 semana

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