Tecnologias Acções da sueca Spotify devem começar a negociar no início de Abril

Acções da sueca Spotify devem começar a negociar no início de Abril

As acções da empresa que tem a plataforma de streaming de música devem ser listadas numa bolsa de Nova Iorque. E, segundo fontes da Bloomberg, devem começar a transaccionar na semana que arranca a 2 de Abril.
Acções da sueca Spotify devem começar a negociar no início de Abril
DR
Negócios com Bloomberg 12 de março de 2018 às 08:28

A empresa sueca de streaming de música Spotify planeia listar as suas acções numa praça nova-iorquina (Estados Unidos) na semana que arranca a 2 de Abril, de acordo com informações de fontes da Bloomberg.

A entrada no mercado de capitais por parte da empresa deverá, contudo, diferenciar-se um pouco do que tipicamente acontece. A firma de streaming de música pretende avançar com uma colocação directa, ou seja, não pretende emitir novas acções nem levantar capital com a operação. Em vez disso, os accionistas já existentes vão disponibilizar as suas acções aos investidores.

Segundo a agência de informação, a empresa vai passar as próximas semanas a encontrar-se com potenciais investidores de forma a tentar gerir a incerteza que esta abordagem ao mercado pode gerar. Aliás, no próximo dia 15, a empresa pretende realizar o dia do investidor no sentido de tentar mostrar quais são as perspectivas da empresa para o futuro.

As vendas na indústria da música estão em crescimento há três anos, devido aos serviços de streaming de música, aponta a Bloomberg. No final do ano passado, o Spotify tinha 71 milhões de subscritores, cerca do dobro do seu principal concorrente, a Apple Music.

Esta notícia surge depois de no final de Fevereiro, a firma ter apresentado o pedido de admissão directa das suas acções na Bolsa de Nova Iorque.

No passado dia 3 de Janeiro a agência Reuters tinha já avançado que a Spotify havia pedido confidencialidade às autoridades reguladoras norte-americanas no seu pedido de autorização para uma admissão directa das acções em bolsa na primeira metade de 2018 – o que permitirá que alguns investidores de longa data possam sair.




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