Tecnologias Apple dispara para máximos após compras de Buffett

Apple dispara para máximos após compras de Buffett

A Apple atingiu máximos históricos depois de Warren Buffett anunciar que comprou mais de 75 milhões de acções da tecnológica, elevando para quase 5% a sua participação na empresa.
Negócios 04 de maio de 2018 às 16:28

A Apple atingiu esta sexta-feira, 4 de Maio, um máximo histórico no valor de 183,65 dólares, após subir um 3,82%. Esta é assim a primeira vez na história da tecnológica, que se estreou em bolsa em Novembro de 1992, que atinge este valor.

A tecnológica da maçã aliviou entretanto seguindo, ainda assim, a subir mais de 3% para 182,92 dólares. Dentro do sector da tecnologia a Apple é a empresa que mais sobe em Wall Street. Estes resultados surgem depois de Warren Buffett ter revelado que reforçou a sua participação na Apple tornando-se o terceiro maior accionista da companhia, segundo a Bloomberg.

O chairman e CEO da Berkshire Hathaway comprou 75 milhões de acções da Apple, nos primeiros três meses deste ano, que se juntam aos 165,3 milhões que já detinha no final de 2017.

No total, são 240,3 milhões de acções, correspondentes a uma participação de 4,89%. "É uma empresa inacreditável", disse Buffett à CNBC. "Se olharmos para a Apple, penso que lucra quase duas vezes mais do que a segunda empresa mais rentável dos Estados Unidos".

Tendo em conta o valor de fecho das acções, na sessão de ontem (176,89 dólares), a participação de Buffett está avaliada em 42.507 milhões de dólares.

Buffett deu conta desta aquisição pouco antes da reunião anual da Berkshire Hathaway em Omaha, Nebraska, onde 40 mil accionistas da Berkshire se vão juntar neste fim-de-semana.

Na terça-feira, 1 de Maio, a Apple apresentou os resultados referentes aos primeiros três meses de 2018. A tecnológica da maçã registou um aumento de 16% nas receitas para os 61,1 mil milhões de dólares, um valor superior ao esperado pelos analistas que apontavam para 60,8 mil milhões de dólares. O crescimento das receitas foi o mais expressivo dos últimos dois anos.

 




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