Tecnologias Empresa portuguesa Critical Software vai contratar 100 engenheiros até início 2018

Empresa portuguesa Critical Software vai contratar 100 engenheiros até início 2018

A Critical Software está a contratar 100 engenheiros, num processo que poderá terminar no início do próximo ano.
Empresa portuguesa Critical Software vai contratar 100 engenheiros até início 2018
Miguel Baltazar
Lusa 10 de setembro de 2017 às 12:07

 A empresa portuguesa Critical Software, com sede em Coimbra, vai contratar 100 profissionais da área de engenharia electrotécnica e informática, entre outras, até ao início do próximo ano, numa tentativa de responder às "necessidades do mercado", anunciou este domingo esta entidade.

Em declarações à agência Lusa, o director de recursos humanos da Critical Software, Nuno Vinagre, explicou que a empresa procura "pessoas com os mais diversos backgrounds académicos, que estejam ligadas à engenharia de desenvolvimento de ‘software’, como a engenharia electrotécnica e engenharia informática, embora depois também existam […] outros backgrounds para além destes, mas são programadores, basicamente".

"Quando partimos para um recrutamento nesta ordem de grandeza é porque, de facto, temos projectos a arrancar ou que virão a arrancar e para os quais precisamos dessas pessoas", precisou o responsável.


De acordo com Nuno Vinagre, o investimento a realizar não está "balizado", visto que a empresa pretende crescer "não com base em previsões, mas com base em projectos concretos".


"Não existe uma lógica de valor a investir, existe uma necessidade de mercado, clientes a necessitar dos nossos serviços", reforçou.


Em causa está, desde logo, uma aposta nos mercados do Reino Unido e da Alemanha e em novos projectos tecnológicos nos sectores automóvel, dos transportes, da aeronáutica, entre outros.


Sediada em Coimbra, cidade onde nasceu em 1998, a Critical Software é especializada no desenvolvimento de serviços para o suporte de sistemas críticos orientados para a segurança e para o negócio de empresas.


Actua em sectores como o da aeronáutica, da defesa, da segurança interna, dos transportes, das telecomunicações, das finanças e da energia.


Actualmente, tem escritórios em Lisboa e Porto e marca presença, através de subsidiárias, no Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos da América, Brasil, Moçambique e em Angola.


Já emprega, ao todo, cerca de 500 pessoas, das quais perto de 400 são da área da engenharia.

Este ano, já foram contratados 70 colaboradores.


Quando questionado pela Lusa sobre quando pretende concluir as 100 contratações agora anunciadas, Nuno Vinagre admitiu que a companhia gostaria que "fosse ainda durante este ano", mas admitiu que o prazo se estenda até "ao primeiro ‘quarter’ [quadrimestre] de 2018".




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comentários mais recentes
António 10.09.2017

Dar emprego e trabalho não faltam empresas. Agora pagar um ordenado "justo" é que...
Vejam quanto pagam a estes "engenheiros" e depois publiquem. Publicidade também eu sei fazer.
As médias dos ordenados são enganadoras também, 100 ganham 1000€ e 10 3000€ e a média dá?

General Ciresp 10.09.2017

Dai emprego ao engenheiro ladrao44,a ver se o porco se desapega dos SUBVENCIONISMOS.porque sera que a jarra esta a mergulhar nos escaloes de quem trabalha,e deixa fugir aqui pacotes e mais pacotes de dinheiro sem um minimo de esforco.Abre os olhos portuga ceguinho e encaminhai os leprosos radicaes.