Tecnologias Feedzai está na lista da Tech Tour pelo terceiro ano

Feedzai está na lista da Tech Tour pelo terceiro ano

A fintech liderada por Nuno Sebastião voltou a integrar a lista da Tech Tour Growth 50, que reúne as empresas tecnológicas com crescimento mais promissor, podendo mesmo atingir o estatuto de “unicórnio”. A Feedzai vai abrir um escritório em Hong Kong.
Feedzai está na lista da Tech Tour pelo terceiro ano
Ana Laranjeiro 13 de março de 2018 às 16:15

Pelo terceiro ano consecutivo, a Feedzai, fintech especializada no combate à fraude nos pagamentos fundada em Coimbra, volta a estar na lista da Tech Tour Growth 50, um ranking que engloba as 50 empresas europeias com um crescimento mais promissor e que têm potencial para se tornarem num potencial "unicórnio" – ou seja, empresas que têm uma avaliação de ou superior a mil milhões de dólares.

Nuno Sebastião, em comunicado enviado pela empresa às redacções, sublinha que estar pelo terceiro ano nesta lista "mostra a importância da nossa oportunidade". "Vamos continuar a superar os limites da tecnologia e usar os nossos serviços para proteger as pessoas em todas as partes do mundo".

Em meados do ano passado, a empresa tinha já sido integrada na lista da Forbes das fintech para 2018.

A fintech liderada por Nuno Sebastião vai abrir um escritório em Hong Kong, o primeiro da empresa na área da Ásia-Pacífico "após um forte crescimento das vendas na região". Num outro comunicado, a firma adianta que este escritório na região administrativa especial da China "vai servir como plataforma de lançamento para uma continuação do crescimento na região Ásia-Pacífico".

"Estamos comprometidos em tornar os sistemas comerciais e bancários seguros ao nível mundial, libertando os nossos clientes para realizarem transacções seguras com os seus clientes em qualquer local e em qualquer altura", disse Nuno Sebastião em comunicado. "À medida que ganhamos mais tracção no [mercado da] Ásia-Pacífico e em outros locais, podemos apostar que 2018 vai ser outro ano de transformação para a Feedzai", acrescentou.




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mais votado Anónimo 13.03.2018

De Coimbra? Ahahah. Só de nascença, mais nada. Triste sina, mas é a realidade da economia e sociedade do PREC. Com a geringonça, talento deste com enorme procura de mercado na actualidade, que facilmente atrai mais talento e capital de qualquer parte do mundo, nunca se fixará em Portugal de modo a criar valor a partir daqui. Os EUA e economias afins, onde o mercado laboral é flexível e o de capitais forte e dinâmico, agradecem. A troika tentou fazer as reformas adequadas para que a economia portuguesa evoluísse no bom sentido. Os sindicatos, esquerdas e corruptos não quiseram porque tudo isso iria contra a sua forma predatória e parasitante de estar na vida e contra tudo aquilo em que acreditam, para grande prejuízo dos portugueses.

comentários mais recentes
Anónimo 13.03.2018

A Feedzai é tão portuguesa como outra grande startup de sucesso, a Farfetch. Ou seja, nada. Estas boas ideias de negócio criadas por portugueses visionários e talentosos não conseguem vingar em Portugal. Portugal não é a Holanda, a Bélgica, a Suíça, Taiwan, a Finlândia nem a Irlanda. Portugal é anarco-sindicalismo e capitalismo de compadrio, dois cancros económico-sociais aparentemente tão diferentes mas tão nefastos um quanto o outro porque são igualmente anti-mercado, anti-concorrência saudável e anti-criação de valor.

Anónimo 13.03.2018

De Coimbra? Ahahah. Só de nascença, mais nada. Triste sina, mas é a realidade da economia e sociedade do PREC. Com a geringonça, talento deste com enorme procura de mercado na actualidade, que facilmente atrai mais talento e capital de qualquer parte do mundo, nunca se fixará em Portugal de modo a criar valor a partir daqui. Os EUA e economias afins, onde o mercado laboral é flexível e o de capitais forte e dinâmico, agradecem. A troika tentou fazer as reformas adequadas para que a economia portuguesa evoluísse no bom sentido. Os sindicatos, esquerdas e corruptos não quiseram porque tudo isso iria contra a sua forma predatória e parasitante de estar na vida e contra tudo aquilo em que acreditam, para grande prejuízo dos portugueses.

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