Tecnologias Veedeeo promete acabar com falhas nas videoconferências

Veedeeo promete acabar com falhas nas videoconferências

A tecnológica de Oeiras desenvolveu um sistema para melhorar um serviço que nem sempre é eficiente nas empresas. E já está a dar os primeiros passos para entrar no mercado asiático.
Veedeeo promete acabar com falhas nas videoconferências
Alexandra Noronha 17 de abril de 2017 às 13:00

Não há certamente ninguém que nunca tenha tido problemas ao tentar fazer uma videoconferência. Os equipamentos falham, não se consegue adicionar utilizadores, o sistema da empresa não permite instalar os programas. Foi com estas questões em vista que a Veedeeo desenvolveu "uma plataforma cloud B2B homónima que funciona como uma extensão de qualquer sistema de videoconferência, independentemente da tecnologia e do fabricante", segundo adiantou o Negócios fonte oficial da empresa.


A empresa portuguesa de Oeiras, criada em 2013 como um spin-off da Neeaconsulting, uma sociedade com mais de 10 anos de presença no mercado das tecnologias de informação, tem como primeira prioridade o mercado nacional, mas já conta com parcerias na Polónia e nos EUA "estando, também, a apostar no mercado alemão e francês", referiu a mesma fonte.


A Veedeeo tem como principal objectivo "crescer nos mercados internacionais, uma vez que esta tecnologia é universal e assente numa plataforma 100% cloud, onde não há barreiras geográficas", salientou a empresa liderada por Carlos Tavares (na foto).


A empresa esteve três anos a desenvolver a tecnologia que lançou no ano passado. "Com um simples login, um utilizador pode gerir equipamentos de videoconferência remotamente, agendando e iniciando vídeo-chamadas um-para-um ou multiponto com outros sistemas", salientou a mesma fonte.

Os utilizadores conseguem "ligar salas de videoconferência a computadores e dispositivos móveis. Mais recentemente passou a ser possível integrar chamadas telefónicas numa vídeo-reunião, aumentando a possibilidade de qualquer pessoa se juntar a uma reunião remota em qualquer parte do mundo, com ou sem rede de Internet", explicou a Veedeeo.


No ano passado, o volume de negócios da empresa atingiu os 600 mil euros. Em 2017 a tecnológica pretende "duplicar o volume de negócios de 2016 e aumentar a rede de parcerias pelo mundo, estando, inclusive, a entrar no mercado asiático (mais concretamente o chinês). No entanto, privilegiamos o mercado da Europa Central e do Norte, sobretudo pela proximidade, uma vez que uma das nossas grandes apostas é um serviço de apoio ao cliente personalizado", referiu a mesma fonte.


A Veedeeo conta com uma equipa de sete pessoas, com uma média de idades de 30 anos. 




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub
pub
pub
pub