Telecomunicações Sonaecom aumenta lucro para 25 milhões de euros até Setembro

Sonaecom aumenta lucro para 25 milhões de euros até Setembro

O aumento da facturação da área tecnológica da empresa do universo Sonae impulsionou os resultados dos primeiros nove meses. Quase metade das vendas das empresas da Sonaecom foram realizadas além-fronteiras.
Sonaecom aumenta lucro para 25 milhões de euros até Setembro
Sara Ribeiro 13 de novembro de 2017 às 17:25

A Sonaecom registou um lucro de 25 milhões de euros nos primeiros nove meses deste ano, um forte crescimento face aos 6 milhões de euros obtidos em igual período de 2016.

O volume de negócios da empresa do universo Sonae cresceu 7% para 105 milhões de euros, "com contributos positivos das áreas de tecnologia e media", justificou a Sonaecom em comunicado emitido à CMVM esta segunda-feira, 13 de Novembro.

Na área de tecnologia o portfólio da empresa é constituído pela WeDo, S21Sec, Saphety, Bizdirect e Inovretail, as quais geraram cerca de 48,4% das suas receitas fora do mercado português, "estando 38,5% do total dos seus 1.204 colaboradores localizados fora de Portugal", detalha.

No total, este segmento contribuiu com uma facturação de 64,7 milhões de euros, um valor que traduz um aumento de 7,7% e um peso de 62% no total do volume de negócios do grupo liderado por Ângelo Paupério (na foto).

No que toca ao segmento de media, constituído pelo jornal Público, a empresa destaca que "o desempenho positivo das receitas de publicidade online, conjuntamente com um crescimento das receitas de subscrição online, mais do que compensaram o declínio nas receitas de circulação e de publicidade em papel, gerando um crescimento de 3,9% no total das receitas, acrescenta a Sonaecom, sem revelar o valor total dos proveitos do jornal.

E destaca que o EBITDA recorrente do Público, "apesar de negativo, registou um crescimento de 25%" face aos primeiros nove meses de 2016.

Já o EBITDA total da Sonaecom atingiu 23,9 milhões de euros, 44,6% acima do valor registado no ano anterior devido "essencialmente pela linha do Método de Equivalência Patrimonial"; nomeadamente através do contributo da ZOPT, veículo detido a meias pela Sonaecom e pela empresária Isabel dos Santos, que detém 52,15% da Nos.




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