Transportes António Mota: "México, Peru, Colômbia e Brasil precisam de empresas como a EGF"

António Mota: "México, Peru, Colômbia e Brasil precisam de empresas como a EGF"

O chairman da Mota-Engil gostaria de contar com a participação dos municípios no processo de internacionalização da empresa de resíduos adquirida em 2015. O México parece ser a sua primeira aposta.
António Mota: "México, Peru, Colômbia e Brasil precisam de empresas como a EGF"
Negócios 10 de maio de 2016 às 15:17

O presidente do conselho de administração da Mota-Engil, António Mota (na foto), considera que a EGF (Empresa Geral de Fomento), a companhia de resíduos adquirida no ano passado, "é fundamental para a continuidade do crescimento do grupo e para a sua rentabilidade".

Numa entrevista à revista interna Sinergia, António Mota sublinha o potencial de internacionalização do negócio da EGF. "Temos de substituir cada vez mais o mercado nacional pelo mercado internacional e a área de negócio do ambiente poderá ser a segunda grande área de negócio para desenvolver a internacionalização do grupo em linha com o que foi feito no sector da construção".

"A Mota-Engil está hoje em mercados onde precisa de desenvolver o sector do ambiente", afirmou o chairman do grupo, acrescentando que "se pensarmos em África talvez não seja no imediato a necessidade de uma empresa como a EGF, mas na América Latina já é".

"O México e o Peru, a Colômbia e também o Brasil precisam de empresas como a EGF", frisou.


Para o responsável, a prioridade "é continuar a melhorar a qualidade de serviço em Portugal e ter um veículo internacional nesta área e com os municípios".

À Sinergia, António Mota sublinha ainda que "gostaria, se os municípios quiserem, de contar com a sua participação neste processo de internacionalização".


"Tenho insistido internamente que temos de ir ao México dizer que temos 'know-how' desde a recolha ao tratamento e valorização de resíduos", revelou o empresário, acrescentando que "temos recebido um forte sinal de que devemos ir para o México"


"Em breve", acredita, o grupo terá frutos da aposta que fez na privatização da EGF.


O chairman da Mota-Engil deixa ainda uma garantia: "Enquanto a EGF for da Mota-Engil, e sê-lo-á por muitos anos, o serviço que irá ser prestado pela EGF vai ser bem melhor do que era anteriormente".

Na primeira entrevista à revista interna do grupo após a aquisição da empresa de resíduos e da venda da área portuária, António Mota afirma, relativamente à venda da Tertir, que "não gosto de vender nada, mas perante a proposta que surgiu e que era muito tentadora, sinto que rodámos activos, trocando uma empresa por outra".




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comentários mais recentes
JoaoMalheiro 10.05.2016

Esse homem de lixo que deixe Portugal em paz e que vá para esses países chafurdar. Lá poderá encontrar outros corruptos que, como aqui, o ajudem a explorar o povo através do lixo, como aqui pretende fazer, mas não fará.

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