Turismo & Lazer Pedro Costa Ferreira recandidata-se à APAVT

Pedro Costa Ferreira recandidata-se à APAVT

O actual presidente da associação que representa as agências de viagens portuguesas deixou cair a sua intenção de abandonar a liderança da APAVT. A negociação com a TAP é uma das prioridades para o futuro.
Pedro Costa Ferreira recandidata-se à APAVT
Bruno Simão/Negócios
Wilson Ledo 17 de julho de 2017 às 13:54

O actual presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Pedro Costa Ferreira, vai recandidatar-se à liderança da associação. A decisão foi anunciada esta segunda-feira, 17 de Julho.

"Após dois mandatos, era minha intenção abandonar a presidência da APAVT", "com resultados que prefiro não avaliar mas que me deixam de consciência tranquila" afirmou numa missiva enviada à imprensa.


Contudo, os pedidos de alguns associados da APAVT acabaram por pesar nesta mudança de posição, dando continuidade a diferentes dossiês.


Considerando que está "recuperada e consolidada a situação financeira da APAVT", Pedro Costa Ferreira traça como desafios a transposição da nova directiva europeia das viagens organizadas ou a transposição ou o relacionamento com as companhias aéreas, "a TAP em especial".


No último congresso da APAVT, em Dezembro de 2016, o actual presidente apelava à TAP para que existisse "discriminação no canal de distribuição" da venda de bilhetes, aludindo à tendência da companhia de centralizar este processo.


O candidato diz avançar "sem nenhum apoio formal, sem nenhuma posição negociada, sem nenhum acordo estabelecido. Tão livre como no primeiro dia" em que entrou para a APAVT.


À presidência da APAVT para o mandato entre 2018 e 2020 deverá também candidatar-se Vítor Filipe, presidente da TQ – Travel Quality. Em Fevereiro, numa entrevista ao Negócios, o empresário dizia não ter ainda tomado uma decisão mas lembrava que o sector das agências de viagens precisava de "um abanão".


"Não ponho em causa as pessoas, mas dada a situação e a evolução do negócio, é tempo de chamar empresas com peso maior no sector a estar nos órgãos sociais", acreditava. Até ao momento ainda não formalizou a candidatura.




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