Web Summit Meo troca publicidade por dados no smartphone

Meo troca publicidade por dados no smartphone

A dona da Meo apresentou no Web Summit uma nova solução que possibilita ganhar dados extra em troca do visionamento de publicidade. A apresentação contou com a presença de vários membros do Governo.
Meo troca publicidade por dados no smartphone
Miguel Baltazar/Negócios
Sara Ribeiro 08 de novembro de 2017 às 18:33

A Altice aproveitou o palco do Web Summit para apresentar uma nova solução para o mercado publicitário digital, que actualmente vale 23 mil milhões de euros a nível global.

 

O formato, lançado esta quarta-feira, 8 de Novembro, permite "a anunciantes tirar partido do ecrã de bloqueio dos smartphones" e, em contrapartida para os clientes, "oferece pelo menos 250 MB com renovação mensal", explicou João Epifânio, responsável do segmento de vendas da Meo, durante a apresentação, que contou com a presença de vários membros do Governo. O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, sentado ao lado de Cláudia Goya, CEO da Meo, e Guilherme W. D’Oliveira Martins, secretário de Estado das Infraestruturas – que tem o pelouro das telecomunicações – foram alguns dos presentes na conferência que arrancou com a demonstração da nova tecnologia de rede móvel 4G+.

 

Na prática, a  solução, desenvolvida pela empresa neozelandesa Postr, consiste no download da aplicação móvel Free Net&More. Depois do consumidor realizar o registo e definir o seu perfil, de modo a seleccionar o tipo de publicidade, fica automaticamente com 250 MB extra de dados. Este número pode aumentar "após realizar acções sugeridas, como instalar uma APP ou ver um vídeo publicitário".

 

Por dia, cada utilizador desbloqueia o seu smartphone mais de 100 vezes, o que permite um potencial de visualização de 100 anúncios diários por cada utilizador. Foi a partir desta premissa que a Postr desenvolveu a solução, contou o fundador e presidente executivo da empresa neozelandesa Milan Rainrtz.

 

O serviço  já está disponível na Nova Zelândia, Austrália e Indonésia, sendo Portugal o primeiro país da Europa a receber a solução criada pela Postr.




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comentários mais recentes
Já filmaram o meu olho do cu ? Há 2 semanas

Não ? deve faltar pouco, Não há por aí uma comissão qualquer de proteçãao dos dados ? uns parasitas que só o que fazem é chular o contribuinte e assobiar para o lado com as câmaras de videovigilância que devassam a intimidade dos "cidadãos"?

Jota Há 2 semanas

Esta gaja foi estragar a vida dela ao meter-se na Meo!

Anónimo Há 2 semanas

As operadores não entendem que são meros canos de dados, não tem valor nenhum, se não tiverem produzirem conteúdos.

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