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A moeda única da Zona Euro mantinha a tendência de queda pressionada pelos dados económicos negativos na economia alemã, a maior da Zona Euro, e pela divulgação do aumento das vendas de casas novas nos EUA e da confiança dos consumidores norte-americanos.
Face à divisa da maior economia do mundo, o euro seguia a desvalorizar 0,63% para os 1,4661 dólares depois de ter estado a perder mais de 1,2% e a negociar em mínimos de seis meses.Durante a manhã de hoje, foi conhecido que a economia alemã registou uma contracção de 0,5% no segundo trimestre e que o índice de confiança dos empresários do país caiu mais do que o esperado em Agosto. O índice de confiança dos empresários alemães, calculado pelo instituto Ifo, voltou a cair em Agosto pelo terceiro mês consecutivo, ficando inclusivamente abaixo do que era esperado pelos economistas. Este dado reforça os receios de que o abrandamento da economia alemã possa ser acentuado nos próximos meses, na medida em que a componente do índice que mais caiu foi precisamente a que “mede” as expectativas em relação ao andamento da actividade económica nos próximos seis meses. A contribuir para a queda da moeda única estão os dados económicos positivos na maior economia do mundo. As vendas de casas novas nos EUA, no mês de Julho, aumentaram depois de terem atingido um mínimo de 17 anos no mês anterior, e a confiança dos consumidores norte-americanos, em Agosto, aumentou mais do que o previsto. Estes dados levam os investidores a acreditar que a economia norte-americana poderá estar a recuperar enquanto os dados negativos registados na Zona Euro aumentam as expectativas de uma possível descida de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE) para estimular a economia da região. O BCE aumentou a taxa de juro de referência em 25 pontos percentuais para os 4,25% no inicio do mês de Julho de forma a controlar a inflação na Zona Euro, no entanto com os dados económicos negativos a crescerem na região, alguns economistas acreditam numa descida da taxa de referência. |
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