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O ministro da Economia, Manuel Pinho, desejou uma rápida redução dos preços dos combustíveis. O presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, admite uma redução mas lembra a subida do dólar, argumentos que não convencem a ANAREC.De acordo com a TSF, o ministro da Economia desejou hoje uma rápida descida dos preços dos combustíveis, num dia em que o petróleo desceu abaixo da barreira dos 90 dólares no mercado londrino. “É desejável que os combustíveis que usamos nos nossos carros baixem o mais rapidamente possível. Seria positivo que descessem o mais rapidamente possível. É só isso que quero dizer”, frisou à estação de rádio. "O facto de o preço do petróleo baixar, cria condições para diminuir os preços, mas não é uma consequência directa", afirmou ontem o presidente executivo da Galp, para justificar porque é que os preços dos combustíveis nas estações de serviço portuguesas não estão já a reflectir o embaratecimento do crude. Durante uma visita à refinaria de Sines - para comemorar os 30 anos da maior instalação refinadora do País, que ontem também iniciou uma paragem de manutenção de 45 dias -, Ferreira de Oliveira explicou aos jornalistas que a correlação entre a variação dos preços do petróleo e a formação dos preços dos combustíveis, "não é directa, nem óbvia, embora haja uma ligação entre ambas". Perante estas declarações de Ferreira de Oliveira, o presidente da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis diz que não há razões para não baixar os combustíveis |
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