Página Inicial | Actualizar |Favoritos| A sua Homepage | Enviar por mail | Imprimir | Mapa do site | Ajuda | Registo Gratuito
Terça, 09 Fevereiro 2010
Pesquisar:
Negócios Mobile|Portfolio|Cotações |Análise Fundamental|Análise Técnica|Fóruns|Alertas|Newsletters|Fundos|Ticker|Emprego
Publicado 11 Novembro 2008  11:10
Empresas
Merrill Lynch e Citigroup cortam avaliações da Zon Multimédia
O Merrill Lynch e o Citigroup reviram em baixa as estimativas para a Zon Multimédia, após os resultados apresentados ontem. O corte nas previsões traduziu-se numa redução dos respectivos preços-alvo, sendo que o Merrill Lynch é o mais negativo para a empresa liderada por Rodrigo Costa, atribuindo-lhe um "target" de 3,50 euros.

Paulo  Moutinho
paulomoutinho@negocios.pt

O Merrill Lynch e o Citigroup reviram em baixa as estimativas para a Zon Multimédia, após os resultados apresentados ontem. O corte nas previsões traduziu-se numa redução dos respectivos preços-alvo, sendo que o Merrill Lynch é o mais negativo para a empresa liderada por Rodrigo Costa, atribuindo-lhe um “target” de 3,50 euros.

A avaliação do Merrill Lynch, que caiu dos 4,00 euros, confere aos títulos da Zon um potencial de queda de 13,8%, face à cotação actual de 4,06 euros. No entanto, face ao “target” de 6,00 euros do Citigroup, que desceu dos anteriores 7,50 euros, os títulos apresentam margem de progressão de 47,7%.

O corte na avaliação do Citigroup reflecte “a revisão das estimativas de resultados”, depois de conhecidos os números da empresa, referentes aos primeiros nove meses do ano. “As depreciações foram o dobro das nossas estimativas”, refere o analista Terence Sinclair, que reduziu em 15% as previsões de lucros operacionais para 2009.

Já o Merrill Lynch, que manteve a recomendação de “underperform” para a Zon, justifica a redução do preço-alvo com as novas perspectivas para o mercado de TV de subscrição em Portugal.

A equipa de “research” liderada por Marc Batlle salienta que “70% das receitas provêem da TV, onde a empresa tem uma quota de 75%. A taxa de penetração em Portugal permanece relativamente baixa face a outros mercados e deverá aumentar nos próximos anos. Mas os novos concorrentes alteraram as perspectivas”.

“É cada vez mais claro que a Zon Multimédia tem de investir fortemente para manter a sua base de clientes”, salienta o banco, alertando para a concorrência do Meo, da Portugal Telecom.

O Merrill Lynch dá destaque ao facto da empresa estar a seguir a estratégia correcta, mas lembra que “o ‘guidance’ é demasiado agressivo” e classifica-o mesmo de “inatingível”. “A Zon espera que as suas receitas e o EBITDA cresçam, nos próximos três anos, a um ritmo duas vezes superior ao dos últimos três”, conclui o banco, para quem a Zon mesmo a 3,50 euros “é mais cara que muitas incumbentes europeias”.



Para comentar esta noticia deverá ser membro registado no Jornal de Negócios.

Se está registado no Jornal de Negócios faça login.
Caso contrário poderá registar-se gratuitamente.
Comentários
  • Acordo entre ZON/OPTIMUS PARA BREVE
  • Acordo entre ZON/OPTIMUS PARA BREVE
  • Total de comentários: 2

    A edição do Negócios em formato digital 

    Subscreva aqui:

     

     

                 

                     

     

     As acções mais recomendadas

    Veja aqui quais:

     

    © MediaFin SA 2003

    © 2001-2008 - Bolsamania Tech Solutions

    Divisão de Web Financial Group, S.A.

    Todos os direitos reservados.