| Página Inicial | Actualizar |Favoritos| A sua Homepage | Enviar por mail | Imprimir | Mapa do site | Ajuda | Registo Gratuito |
|
O Merrill Lynch e o Citigroup reviram em baixa as estimativas para a Zon Multimédia, após os resultados apresentados ontem. O corte nas previsões traduziu-se numa redução dos respectivos preços-alvo, sendo que o Merrill Lynch é o mais negativo para a empresa liderada por Rodrigo Costa, atribuindo-lhe um “target” de 3,50 euros.
A avaliação do Merrill Lynch, que caiu dos 4,00 euros, confere aos títulos da Zon um potencial de queda de 13,8%, face à cotação actual de 4,06 euros. No entanto, face ao “target” de 6,00 euros do Citigroup, que desceu dos anteriores 7,50 euros, os títulos apresentam margem de progressão de 47,7%. O corte na avaliação do Citigroup reflecte “a revisão das estimativas de resultados”, depois de conhecidos os números da empresa, referentes aos primeiros nove meses do ano. “As depreciações foram o dobro das nossas estimativas”, refere o analista Terence Sinclair, que reduziu em 15% as previsões de lucros operacionais para 2009. Já o Merrill Lynch, que manteve a recomendação de “underperform” para a Zon, justifica a redução do preço-alvo com as novas perspectivas para o mercado de TV de subscrição em Portugal. A equipa de “research” liderada por Marc Batlle salienta que “70% das receitas provêem da TV, onde a empresa tem uma quota de 75%. A taxa de penetração em Portugal permanece relativamente baixa face a outros mercados e deverá aumentar nos próximos anos. Mas os novos concorrentes alteraram as perspectivas”. “É cada vez mais claro que a Zon Multimédia tem de investir fortemente para manter a sua base de clientes”, salienta o banco, alertando para a concorrência do Meo, da Portugal Telecom. O Merrill Lynch dá destaque ao facto da empresa estar a seguir a estratégia correcta, mas lembra que “o ‘guidance’ é demasiado agressivo” e classifica-o mesmo de “inatingível”. “A Zon espera que as suas receitas e o EBITDA cresçam, nos próximos três anos, a um ritmo duas vezes superior ao dos últimos três”, conclui o banco, para quem a Zon mesmo a 3,50 euros “é mais cara que muitas incumbentes europeias”. |
Para comentar esta noticia deverá ser membro registado no Jornal de Negócios. Se está registado no Jornal de Negócios faça login. Caso contrário poderá registar-se gratuitamente. |
|
![]() | 00:01 "Quatro trimestres de bons resultados não pode ser só sorte" |
![]() | 00:01 "A posição na Zon não é do Estado. É uma participação financeira da CGD" |
![]() | 00:01 Zon sustém perda de clientes de televisão |
© 2001-2008 - Bolsamania Tech Solutions
Divisão de Web Financial Group, S.A.
Todos os direitos reservados.