| Página Inicial | Actualizar |Favoritos| A sua Homepage | Enviar por mail | Imprimir | Mapa do site | Ajuda | Registo Gratuito |
O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Faria de Oliveira, disse sentir "muita confusão que se levante tanta dúvida" sobre a compra de acções da Cimpor a Manuel Fino, afirmando que "estas matérias não podem ser discutidas na praça pública".Na conferência de apresentação de resultados de 2008, Faria de Oliveira mostrou-se desagradado com a divulgação de informações sobre o negócio, considerando que deveria ser coberto pelo sigilo bancário. Faria de Oliveira disse aos jornalistas que “não houve uma informação directa ao Governo” sobre a compra de acções da Cimpor, mas apenas o comunicado enviado à CMVM. A administração da CGD disse desconhecer por que é que o primeiro-ministro afirmou não saber do negócio até ao início desta semana. Por outro lado, Faria de Oliveira esclareceu que o BPN não assume um impacto negativo nas contas da CGD. “Nós, em relação ao BPN, estamos apenas responsabilizados pela gestão. Esse mandato nós cumprimo-lo, mas o accionista é o Estado português. A CGD apenas concedeu financiamentos [ao BPN] que têm uma garantia do Estado e a sua remuneração”, explicou Faria de Oliveira. |
Para comentar esta noticia deverá ser membro registado no Jornal de Negócios. Se está registado no Jornal de Negócios faça login. Caso contrário poderá registar-se gratuitamente. |
|
© 2001-2008 - Bolsamania Tech Solutions
Divisão de Web Financial Group, S.A.
Todos os direitos reservados.