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Francisco Louçã acredita que rejeitando a privatização da Águas de Portugal será possível garantir água gratuita aos portugueses. Juntando a EDP, GALP e a REN, os bloquistas propõem a "desprivatização de áreas essenciais".
No final de encontro com a administração da AdP, o líder do BE referiu que "uma boa estratégia seria proteger o serviço público, rejeitar a privatização (...) e ter uma estratégia social”, frisando que “há países que garantem 30 ou 50 litros de água gratuitos para todas as pessoas e depois tarifas diferenciadas".Nas contas de Louçã, citadas pela Lusa, este é um negócio que vale 60 milhões de euros, “muito mais se pudessem aumentar as tarifas”. Contra o “grande partido que é o polvo dos negócios", Louçã acusou ainda o PS de ter um “capítulo secreto” no programa eleitoral. “Não há uma palavra sobre as privatizações em lado nenhum”, adiantou, lembrando depois que os socialistas “tinham previsto privatizar o resto da EDP e da GALP, as Águas de Portugal e outras empresas essenciais como a REN". Já a proposta do PSD de privatização da AdP, Louçã classificou-a como uma “tragédia”, já que ia “tirar a todos aquilo que é de todos e entregar só a alguns". |
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