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Belmiro de Azevedo comentou a possibilidade de Vítor Constâncio ascender à vice-presidência do BCE afirmando que não são as nomeações para instituições europeias e mundiais que resolvem os problemas de Portugal. Para ter coesão social, o “país precisa é de ter empregos razoáveis e baratos”. “Os problemas de Portugal não se resolvem com títulos em instituições europeias e mundiais”, disse Belmiro de Azevedo, questionado sobre a possibilidade de Vítor Constâncio vir a ocupar o cargo de vice-presidente do Banco Central Europeu. À margem da entrega de diplomas do MBA Executivo da EGP-UPBS (Escola de Gestão da Universidade do Porto), evento onde o ministro Teixeira dos Santos deu apoio à possível candidatura de Constâncio, Belmiro de Azevedo adiantou que os problemas de Portugal “resolvem-se com investimentos correctos e com a criação de emprego” “O resto não vale nada. O país precisa é que se crie riqueza, que se gaste o dinheiro bem gasto para ter empregos razoáveis, baratos, para empregar mais” e ter “mais coesão salarial”, Belmiro de Azevedo. Fez questão de frisar que conhece Vítor Constâncio “há muito tempo, tenho muito apreço por ele”, mas a sua possível nomeação é “irrelevante” para o país. |
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