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A francesa Christine Lagarde foi considerada a melhor ministra das Finanças do "ranking" elaborado anualmente pelo "Financial Times". Teixeira dos Santos ficou-se pelo 15º lugar, numa lista de 19, ainda assim melhor posicionado do que em 2008, ano em que apareceu em último lugar.Num ano tumultuoso para os titulares das pastas das Finanças, que tiveram de dar o seu melhor para escapar o mais possível à crise que abalou o mundo, Teixeira dos Santos foi considerado “um sobrevivente”, mas foi penalizado pelo facto de “lutar ainda com uma economia com grandes fraquezas estruturais e défices externos em escalada”. À vencedora, Christine Lagarde, são elogiadas sobretudo as performances nos palcos internacionais quando os temas foram a regulação e o futuro da banca. De resto, a economia francesa manteve-se entre as mais resistências ao embate da crise que disparou com a falência do Lehman Brothers, em Setembro de 2008. “Nenhum outro ministro das Finanças de uma grande economia passou por este ano de teste em tão boa forma”, escreve o jornal britânico. O seu homólogo Peer Steinbrück, da Alemanha – recentemente substituído por Wolfgang Schäuble – ficou em segundo lugar, seguido de Didier Reynders, da Bélgica e do sueco Anders Borg. Alistair Darling, do Reino Unido, ficou-se pela 7ª posição: “mostrou o caminho à zona euro, mas falhou no que toca à sua economia doméstica”. A espanhola Elena Salgado aparece em 16º lugar e o último lugar deste ano foi para o ministro irlandês das Finanças. Num país cuja economia está "à beira da catástrofe", Brian Lenihan tem "pela frente o grande teste de conseguir evitar que a situação se degrade ainda mais", escreve o FT. O "ranking" do jornal britânico centrou-se na Europa a 27, mas deixou de fora algumas das economias mais pequenas. De fora ficaram também países como a Suiça ou a Noruega. Este guia, realizado desde 2005, baseia-se em informações estatísticas dos países de origem de cada ministro e na opinião de um júri de sete economistas europeus de topo. Os 19 ministros foram apreciados tendo em conta as políticas que desenvolveram e o desempenho das suas economias face à crise. |
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