O acordo visa dar estabilidade accionista até ao final do presente mandato (triénio 2012-2014) e impede que se vendam as chamadas acções restritas sem autorização de pelo menos dois terços dos votos dos signatários.
A praça nacional recuou mais de 1,5% no acumulado da semana, pressionada sobretudo pela EDP e pela REN. A Portugal Telecom, em semana de apresentação de resultados, impediu um maior deslize.
Carlos Almeida, director-adjunto de investimentos do Banco Best, comenta os temas da semana nos mercados. Veja aqui o vídeo da entrevista no programa do Negócios na CMTV.
As acções da cotada liderada por Castro Henriques dispararam mais de 38% e chegaram a negociar em máximos do final de Fevereiro, animadas pelo potencial interesse de angolanos em entrar no capital da construtora. Volume de negociação disparou.
A bolsa nacional refreou a tendência de ganhos registada a meio do dia, onde chegou a estar a subir 1,28%, finalizando esta sexta-feira a avançar 0,79%, contrariando o movimento de perdas que se verificou nas últimas quatro sessões.
A autoridade brasileira para o desenvolvimento da exploração de fontes minerais de energia deu luz verde ao consórcio integrado pela Galp para iniciar o desenvolvimento do bloco BM-S-11 de Lula, conforme previsto no calendário de exploração.
A bolsa nacional acentuou a tendência de ganhos da abertura e contraria a tendência de perdas que se verificou nas últimas quatro sessões. A impulsionar estão os títulos da EDP que avançam mais de 2%.
O Negócios avança esta sexta-feira que investidores angolanos estão a negociar a entrada no capital da construtora controlada por Manuel Fino. As acções da construtora dispararam 22%, a maior valorização desde Janeiro.
Após quatro sessões em queda, que levaram o PSI-20 para mínimos do último mês, o mercado nacional regressa esta sexta-feira aos ganhos animado pelas cotadas do sector energético.