Bolsa Quarto maior accionista vende 2,5% da Reditus em semana e meia

Quarto maior accionista vende 2,5% da Reditus em semana e meia

A Elao, do administrador José António Gatta, passou a ter 7,5% da Reditus. As alienações ocorreram entre 26 de Outubro e 6 de Novembro. O empresário encaixou 67 mil euros com a venda das acções que negoceiam em mínimos históricos.
Quarto maior accionista vende 2,5% da Reditus em semana e meia
Diogo Cavaleiro 07 de novembro de 2017 às 18:46

O quarto maior accionista da Reditus reduziu a sua participação. A "holding" familiar Elao deixou de ter mais de 10%, e tem agora 7,5% da empresa tecnológica de que o seu líder, José António Gatta, é administrador.

 

Em sete dias, a Elao alienou, em mercado regulamentado (nas sessões bolsistas) perto de 395 mil acções da Reditus, liderada por Francisco Santana Ramos (na foto). As transacções foram feitas com preços entre 16 e 18 cêntimos, totalizando um encaixe para a sociedade de 67 mil euros.

 

Antes destes negócios, a "holding" de José António Gatta, há anos accionista da Reditus, tinha 10,11% do capital, reflectindo a propriedade de 1,2 milhões de acções. Ao final destas transacções, a Elao passou a ter, segundo comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), pouco mais de 1 milhão de títulos, correspondente a 7,4% do capital.

 

"Dado que o senhor Eng. José António Gatta não possui quaisquer acções em nome individual passam, assim, a ser-lhe imputados 7,41% do capital social e 7,54 % dos direitos de voto da Reditus SGPS, S.A.", assinala o documento sobre a empresa que já teve uma participação em torno de 17%. 

 

As alienações acontecem numa altura em que as acções da Reditus valem 15 cêntimos, a cotação mais baixa de sempre da tecnológica.

 

José António Gatta é o quarto maior accionista da Reditus, abaixo das posições de Pais do Amaral (24,74%), BCP (17,46%) e família Moreira Rato (10,12%). 

A Reditus teve um lucro de 64 mil euros no primeiro semestre deste ano, face aos 268 mil do mesmo período do ano passado. O motivo para a diferença passou pela venda da Roff, que levou a uma reorganização interna da estrutura da companhia. 




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