Bolsa Tecnologias devolvem ganhos a Wall Street

Tecnologias devolvem ganhos a Wall Street

As principais bolsas do outro lado do Atlântico abriram a negociar em terreno misto, com os investidores a manterem-se prudentes enquanto esperam por mais pormenores sobre a reforma fiscal. A animar o Nasdaq estiveram a Broadcom e a Lululemon.
Tecnologias devolvem ganhos a Wall Street
Reuters
Negócios 07 de dezembro de 2017 às 21:23

O Dow Jones encerrou a somar 0,41% para 24.240,05 pontos e o Standard & Poor’s 500 avançou 0,35% para 2.638,56 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite subiu 0,61% para 6.818,02 pontos.

 

A animar a negociação geral esteve sobretudo o sector tecnológico, que é o que melhor desempenho tem no acumulado do ano.

 

A fabricante de microchips Broadcom ganhou terreno depois de ter reportado lucros trimestrais acima do esperado e ter anunciado um aumento de 72% dos dividendos que irá distribuir.

 

Além disso, a Broadcom esteve também a ser impulsionada pelo facto de ter dito que o lançamento mais tardio do iPhone X da Apple, do qual é fornecedora de chips, a ajudará a ver as receitas aumentarem no actual trimestre (que é o primeiro trimestre do seu ano fiscal).

 

Este bom momento da Broadcom sustentou outras empresas do mesmo ramo, como a Skyworks Solutions, a Cirrus Logic e a Qorvo.

 

Ainda nas tecnologias, sobressaíram também as valorizações do Facebook e da Alphabet (casa-mãe da Google), com subidas de 1,71% e 1,41%, respectivamente.

 

Em destaque pela positiva esteve igualmente a fabricante de equipamento de ioga Lululemon Athletica, que disparou 6,51% animada por lucros superiores ao projectado e pela revisão em alta das estimativas para os resultados da época natalícia.




A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Anónimo Há 4 dias

Os colaboradores cujo posto de trabalho já não se justifica, quer seja na banca, na administração pública ou noutro sector qualquer, já foram remunerados acima do seu preço de mercado durante muito tempo, e por isso o Estado, a economia e a sociedade nada lhes deve. Antes pelo contrário, os colaboradores nessa situação são devedores de uma dívida colossal ao Estado, à economia e à sociedade, que se avoluma a cada dia que passa sem que sejam despedidos.

pub