Bolsa Wall Street abre em queda apesar de resultados positivos da banca

Wall Street abre em queda apesar de resultados positivos da banca

As principais praças americanas começaram o dia a negociar em terreno negativo com Wall Street a não ser influenciada positivamente pelo aumento dos lucros e receitas conseguidos pelo JPMorgan e o Citigroup no terceiro trimestre.
Wall Street abre em queda apesar de resultados positivos da banca
Reuters
David Santiago 12 de outubro de 2017 às 14:33

O índice Dow Jones abriu a sessão desta quinta-feira, 12 de Outubro, a deslizar 0,12% para 22.845,55 pontos, o Nasdaq Composite a resvalar 0,13% para 6.594,816 pontos, e o Standard & Poor’s 500 a perder 0,15% para 2.551,36 pontos.

 

Depois de ontem ter fechado em alta ligeira, numa sessão em que o industrial Dow Jones voltou a renovar máximos de sempre, Wall Street iniciou a negociação bolsista desta quinta-feira com pequenas variações, mais ainda assim no vermelho.

 

Isto acontece apesar de dois importantes bancos do sistema americano terem reportado esta manhã aumentos dos lucros e das receitas no terceiro trimestre face ao período homólogo.

 

O JPMorgan foi o primeiro ao revelar que entre Julho e Setembro obteve lucros de 6,73 mil milhões de dólares, um aumento de 7,1% face ao mesmo período do ano passado.

 

Seguiu-se já ao final da manhã o Citigroup que reportou um aumento de 8% dos lucros no terceiro trimestre deste ano, com o resultado líquido a crescer de 3,8 mil milhões de dólares no terceiro trimestre de 2016 para 4,1 mil milhões de dólares. 

Com tendências distintas, o JPMorgan abriu a sessão a perder 0,25% para 96,60 dólares e o Citi a ganhar 0,21% para 75,09 dólares. Ainda na senda da apresentação de resultados pelos bancos americanos, esta sexta-feira será a vez de o Bank of America e o Wells Fargo divulgarem os números relativos ao terceiro trimestre.

 

Ainda a influenciar os investidores americanos está a divulgação, esta quarta-feira pela Reserva Federal dos Estados Unidos, das actas relativas ao encontro de Setembro da autoridade monetária americana.

 

As actas denotam a preocupação de vários membros da Fed relativamente ao facto de a taxa de inflação continuar aquém da meta de 2% estabelecida como objectivo pela instituição liderada por Janet Yellen. Esta continua a ser apontada como a principal razão para a Fed não ter ainda decidido sobre um hipotético novo aumento dos juros em Dezembro, cenário que mesmo assim continua a ser visto como o mais provável pela generalidade dos investidores. 


(Notícia actualizada às 14:43)




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