BPI sobe avaliação de 15 cotadas da bolsa de Lisboa
22 Janeiro 2013, 13:55 por Paulo Moutinho | paulomoutinho@negocios.pt
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Banco de investimento elevou os preços-alvo da maioria das empresas portuguesas de pequena e média capitalização. Em média, os “targets” aumentaram em 21%. Ainda assim, a maioria das recomendações do BPI é de “neutral”.

Altri, BCP, Jazztel, Pescanova e Tecnicas Reunidas foram eleitas como as preferidas entre o universo de pequenas e médias capitalizações ibéricas. Contudo, não foram as únicas empresas visadas na habitual nota de investimento trimestral do BPI.

 

O banco aproveitou o arranque do ano para actualizar a avaliação das cotadas que acompanha em Portugal e Espanha. Em média, os preços-alvo das 83 empresas incluídas no relatório subiram em 6%. As 21 nacionais viram os seus “targets” aumentar mais.

 

De acordo com os cálculos realizados pelo Negócios, das 21 cotadas, 15 viram os seus preços-alvo subir. Entre as restantes, só a Altri manteve o “target”, com a PT, Sonae Indústria, Corticeira Amorim, Soares da Costa e SAG a serem castigadas.

 

No conjunto, no entanto, os preços-alvo foram revistos em alta, em média, em 21,1%, com algumas empresas a verem a avaliação do BPI quase duplicar. Impresa, Teixeira Duarte, Mota-Engil, Cofina e BCP foram as cotadas cujos “targets” mais subiram.

 

A Teixeira Duarte, apesar de ter visto a sua avaliação disparar 69%, para os 0,39%, é a cotada de pequena e média capitalização a quem o BPI dá maior potencial de queda (30%), sendo que só cinco têm margem para cair este ano, segundo o banco.

 

Várias das empresas visadas pela nota de investimento do BPI, obtida pelo Negócios, apresentam potencial de valorização superior a 30%, com a Novabase, SAG, Sonae, Altri e Impresa em destaque.

 

 

Apesar do optimismo revelado pelos potenciais de valorização implícitos nos novos “targets”, a maioria das recomendações do banco continua a ser conservadora. 39% das recomendações são de “neutral”, 19% de “reduzir” e 4,8% de “vender”.

 

Das 21 empresas, Altri e BCP são as eleitas, sendo que a EDP Renováveis e a Sonae entram na “core List” (empresas que representam uma convicção de compra do banco, mas que não são eleitas como as preferidas).

 

Há, depois, mais quatro que o banco recomenda “comprar”: PT, Impresa, Ibersol e Novabase. Considerando as preferidas, as que estão na “core List” e as cotadas com recomendação de “comprar”, 38% das recomendações do BPI são positivas.

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