Mercados 5 coisas que precisa de saber para começar o dia

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Itália continua no olho do furacão, com especial destaque para a banca. O acordo de corte de produção por parte de países que não são membros da OPEP promete fazer oscilar o petróleo, numa altura em que as bolsas americanas continuam em grande destaque.
5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Sara Antunes 12 de dezembro de 2016 às 07:30
Itália com novo governo
O presidente de Itália convidou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Matteo Renzi, Paolo Gentiloni, para formar governo. Um convite que foi aceite. A expectativa de que os investidores recuperem a confiança política em Roma poderá ajudar a aliviar os juros e a subir as bolsas, com especial atenção para a banca, que tem sido fortemente penalizada nas últimas semanas.


Monte dei Paschi em contra-relógio

Depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter rejeitado dar mais tempo ao Monte dei Paschi para se recapitalizar, o banco entrou em contra-relógio. Tem cerca de 15 dias para reforçar capitais em cerca de cinco mil milhões de euros. A especulação em torno de um resgate público tem aumentado. Ainda que no domingo a Reuters tenha noticiado que o banco se prepara para avançar com uma recapitalização privada, acreditando que é possível completar o objectivo. 



Bolsas dos EUA em máximos
As bolsas dos EUA têm vindo a renovar máximos históricos consecutivos desde que Donald Trump ganhou as eleições. No espaço de um mês, os índices bolsistas americanos já renovaram máximos históricos em 13 sessões. O presidente eleito tem na sua agenda política medidas que deverão beneficiar a banca e empresas mais ligada às matérias-primas, o que tem elevado estas cotadas. Além de se viver num período de expansão da economia e de subida de juros nos EUA.


OPEP e "não-OPEP" cortam produção
Os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) já tinham fechado o acordo de corte de produção. Serão menos 1,2 mil milhões de barris por dia a partir de Janeiro. A estes deverão juntar-se mais 558 milhões, através de um corte de produção por parte de 11 países que não pertencem à OPEP. Estes acordos têm levado o preço do petróleo a subir, voltando a negociar acima dos 50 dólares por barril.


Apostas na paridade do euro disparam
A moeda única europeia deverá continuar sobre pressão. As apostas de regresso à paridade, ou seja um euro = um dólar, dispararam depois da reunião do Banco Central Europeu (BCE), que ditou um prolongamento do programa de compra de activos até Dezembro de 2017. As apostas de que o euro atinja a paridade contra o dólar nos próximos seis meses aumentaram para cerca de 44%, o que compara com os 31% registados no dia anterior à reunião do BCE, revela a Bloomberg. 

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