Obrigações IGCP volta a emitir dívida de curto prazo na próxima semana

IGCP volta a emitir dívida de curto prazo na próxima semana

Depois do duplo leilão de curto prazo realizado a 19 de Julho, a agência de gestão de dívida pública volta ao mercado para emitir dívida de curto prazo.
IGCP volta a emitir dívida de curto prazo na próxima semana
Pedro Elias
Negócios 11 de agosto de 2017 às 16:20

A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) vai realizar no próximo dia 16 de Agosto, quarta-feira, dois leilões das linhas de bilhetes do Tesouro com maturidades em 17 de Novembro de 2017 e 20 de Julho de 2018, segundo o comunicado emitido esta sexta-feira, 11 de Agosto.

 

De acordo com o documento do IGCP, o montante indicativo global para estas emissões a 3 e 11 meses está compreendido entre 750 milhões e 1.000 milhões de euros.


Portugal tem conseguido a conseguir juros na dívida a curto prazo cada vez mais negativos e em 21 de Junho passado a agência tinha colocado títulos nestas maturidades mesmo com mínimos históricos.

Na maturidade a 11 meses, o juro foi de -0,264% para levantar mil milhões de euros, enquanto a 3 meses colocou 250 milhões de euros, com uma taxa de -0,337%.

No passado dia 19 de Julho, a agência liderada por Cristina Casalinho (na foto) colocou 1.750 milhões de euros em dívida a 6 e 12 meses. A procura aumentou e os juros voltaram a atingir mínimos históricos.




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mais votado Anónimo Há 1 semana

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

comentários mais recentes
Anónimo Há 1 semana

Vá bandidagem dos direitos adquiridos, toca a pilhar e a roubar enquanto a troika anda ao largo e os vossos amigos da pandilha tomaram de assalto o poder. Não se inibam de nada.

Criador de Touros Há 1 semana

Este governo desgovernado anda a pedir dinheiro à bruta a ver se o pagode da geringonça não acaba e entretanto andam a fazer propaganda política com as vítimas dos incêndios de Pedrogão. Com as que ficaram vivas, que 63 morreram ou foram enviadas para a morte pela má organização deste governo esquerdista.Quem ainda não passou por lá, aconselho que o façam para imaginarem o inferno dos que lá morreram. Passem por lá, não tenham medo e depois votem nestas carcassas de esquerda e neste presidente que os apoia, se forem capaz. Eu já por lá passei e custou-me ver aquilo que foi a negligência grosseira deste governo da trampa.

General Ciresp Há 1 semana

Sem bem que estas coisas sao para quem sabe,no entanto.Esta de vencer daqui a 3 meses e de deixar os olhos em bico:esta tipa disse tempos idos que a travesseira ja tem metade do que vai ser preciso no proximo ano,sera que e mesmo assim?Como a economia a 3% absorve tanta guita.Que pais tao FURACADO.

Anónimo Há 1 semana

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

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