Mercados 5 coisas que precisa de saber para começar o dia

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

A expectativa em torno da Fed e do BCE, a vitória do primeiro-ministro do Japão e os resultados das cotadas deverão marcar o passo nas bolsas.
5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Sara Antunes 23 de outubro de 2017 às 07:30
Assembleia geral de credores da Oi adiada para Novembro

A reunião de credores da operadora de telecomunicações brasileira Oi, detida em mais de 20% pela Pharol, estava agendada para esta segunda-feira, 23 de Outubro, mas foi adiada para 6 de Novembro, a pedido dos credores, numa altura em que a operadora tenta aprovar um plano de recuperação judicial, com o objectivo de negociar a sua dívida, que em Junho rondava os 65 mil milhões de reais (17,3 mil milhões de euros).



Bolsas dos EUA em máximos

As bolsas dos EUA têm renovado consecutivamente máximos históricos, à boleia da expectativa em torno da reforma fiscal no país. Numa semana que será marcada pela apresentação de resultados de muitas cotadas americanas, as bolsas deverão reflectir esses números. Que até aqui têm sido positivos. A marcar o passo nas bolsas estará também a liderança da Reserva Federal (Fed), com os mercados a especularem sobre quem vai Donald Trump escolher para substituir Janet Yellen. Sendo que a actual presidente do banco central consta na lista de escolhas do presidente dos EUA.



Resultados de cotadas

Esta segunda-feira será pouco activa no que respeita à apresentação de resultados na Europa e nos EUA, mas os investidores estarão de olhos postos nas cotadas que vão revelar os seus números do terceiro trimestre esta semana. Em Portugal, há três empresas a reportar os números. A Impresa, que revela na terça-feira os seus resultados, a Jerónimo Martins, que apresenta os números na quarta-feira, e a Navigator, cujos resultados serão conhecidos na sexta-feira, 27 de Outubro.


Bancos centrais sob os holofotes

Esta semana decorrerá a reunião do Banco Central Europeu (BCE), onde se prevê que seja anunciado o início da retirada de estímulos, nomeadamente na redução do programa de compra de dívida. Isto numa altura em que o debate em torno da liderança da Fed está ao rubro, com os investidores a tentarem perceber se Donald Trump vai escolher alguém na linha de Janet Yellen (e poderá optar por reconduzir a própria) ou se escolherá alguém que tem defendido uma política com juros mais elevados. Estes têm sido os principais condicionantes da evolução euro/dólar. E deverão continuar a ser nos próximos tempos.

 


Mercados reagem à "bomba atómica" de Madrid

Mariano Rajoy confirmou este fim-de-semana que vai recorrer ao artigo 155 da Constituição espanhola. O Governo espanhol anunciou ainda que, além da demissão de todo o Executivo da Generalitat, quer convocar eleições autonómicas na Catalunha, num prazo máximo de seis meses.




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