Mercados 5 coisas que precisa de saber para começar o dia

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta quarta-feira entra em vigor a nova directiva para os mercados financeiros, mas em Portugal a sua transposição está atrasada. Nos EUA, destaque para a divulgação das actas da última reunião da Fed e para os números da produção industrial e vendas de automóveis.
5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Fed divulga actas da reunião de Dezembro

São conhecidas esta quarta-feira as actas da reunião de Dezembro da Reserva Federal norte-americana. A autoridade monetária aumentou, neste encontro, a sua taxa de juro directora em 25 pontos base, tal como se antecipava. Esta foi a terceira subida da entidade em 2017, com os investidores a aguardarem agora novas indicações sobre mexidas futuras nos juros.

No próximo dia 3 de Fevereiro, Jerome Powell assume a liderança da Fed, em substituição de Janet Yellen.



Entrada em vigor da nova directiva para os mercados

O início do novo ano é marcado pela entrada em vigor de um largo novo pacote legislativo para os mercados A nova directiva para os mercados financeiros, a DMIF II, chega esta quarta-feira.

No entanto, há vários países, como é o caso de Portugal, em que a transposição da nova regulação está atrasada. Só este mês chegará à Assembleia da República o diploma que passa esse documento comunitário para a legislação nacional.



Investidores atentos aos CTT e Pharol

Entre as cotadas nacionais, há duas que deverão continuar a chamar a atenção junto dos investidores: CTT e Pharol.

No caso dos CTT, a empresa liderada por Francisco Lacerda confirmou que vai encerrar 22 lojas e anunciou quais as regiões onde isso acontecerá. Na sessão de ontem, a primeira do ano, os títulos dos CTT subiram 3,68% para 3,636 euros, depois de 2017 ter sido um ano negro para a cotada, tendo sido a que mais caiu no PSI-20 com uma perda superior a 45%. 


Já no que diz respeito à Pharol, continuará a evoluir hoje positivamente? A empresa encerrou ontem a somar 4% para 0,26 euros, depois de o presidente executivo Palha da Silva ter pedido uma assembleia extraordinária da Oi para aprovar uma acção contra o seu CEO. A empresa está contra o plano da operadora de telecomunicações brasileira e argumenta que o CEO não podia ter levado o documento à AG de credores sem ser primeiro aprovado pela administração.


Impresa vende revistas a Luís Delgado por 10,2 milhões

Também a Impresa estará no radar dos investidores, depois de ontem  ter concluído a venda do negócio de revistas a uma empresa de Luís Delgado, denominada Trust in News. Delgado, no seu próprio comunicado, foi citado a dizer que as revistas, "além de serem quase todas líderes de mercado e títulos de reconhecido valor para milhares de leitores, são também um bom negócio, que factura muitos milhões de euros e tem EBITDA positivos muito interessantes".

A empresa já tinha revelado que estava em negociações exclusivas para a venda do negócio de revistas a Luís Delgado. No comunicado inicial de ontem, não foi avançado o valor da operação mas mais tarde a Impresa teve de informar que vendeu as revistas a Luís Delgado por 10,2 milhões de euros, não dizendo contudo o valor das imparidades que tem de registar. No âmbito deste negócio, o Expresso manteve-se na Impresa, assim como a SIC, conforme a estratégia definida por Francisco Pedro Balsemão de se concentrar "nas componentes do audiovisual e do digital". 

 


INE divulga inquéritos de conjuntura

Esta quarta-feira, o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga os inquéritos de conjuntura às empresas e aos consumidores, relativos a Dezembro de 2017.

Nos Estados Unidos, destaque para os dados relativos à produção industrial no mês passado, que se espera que tenha aumentado a um ritmo robusto. Serão publicados também os números das vendas automóveis e dos gastos na construção.




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
comentar
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
pub