Mercados 5 coisas que precisa de saber para começar o dia

5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta sexta-feira Macron e Merkel debatem o futuro da Europa, ao passo que Espanha e Grécia podem ver mexidas nos seus ratings soberanos por parte da Fitch. Hoje termina também o prazo para o Congresso dos EUA aprovar um novo financiamento dos serviços públicos do país, de modo a não paralisarem a partir de sábado.
5 coisas que precisa de saber para começar o dia
Fitch pode pronunciar-se sobre Espanha e Grécia

Dia de novo escrutínio por parte das agências de rating. O calendário de eventuais revisões das notações soberanas tem vários países em foco esta sexta-feira, mas recorde-se que os relatórios sobre os ratings e perspectivas para as dívidas soberanas podem não ser publicados, uma vez que este agendamento é apenas indicativo.

Entre os destaques para hoje, a Fitch poderá anunciar decisões relativamente aos ratings de Espanha, Grécia e Dinamarca. Já a Moody’spoderá ter uma palavra a dizer sobre a Alemanha, ao passo que a S&P poderá pronunciar-se em relação à República Checa e a DBRS relativamente à Lituânia.



Macron e Merkel debatem futuro da Europa

O Presidente francês, Emmanuel Macron, recebe a chanceler alemã, Angela Merkel, para discutir "o futuro da Europa e as prioridades futuras".

Os dois dirigentes vão abordar o 55.º aniversário da assinatura do Tratado franco-alemão do Eliseu, a 22 de Janeiro. Ambos falarão à comunicação social após o encontro.



Consumidores dos EUA mais confiantes?

A semana termina com a divulgação da confiança dos consumidores dos Estados Unidos, medida pela Universidade de Michigan, em Janeiro. Os economistas consultados pela Bloomberg apontam para uma subida deste índice para 97 pontos face aos 95,9 pontos registados no mês anterior. A confirmar-se, será a primeira subida em três meses. 

Ontem foi divulgado que os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA caíram, na semana passada, para um mínimo de 45 anos.


Termina prazo para evitar paralisação dos serviços públicos nos EUA

A Câmara dos Representantes e o Senado dos EUA (ambas as casas do Congresso, de maioria republicana) aprovaram no mês passado um projecto de lei que permitiu que as agências federais dos EUA pudessem continuar a ser financiadas até às 23:59 de 19 de Janeiro, evitando assim um "shutdown" a partir de 23 de Dezembro. Com efeito, a partir dessa data as agências governamentais norte-americanas já não teriam financiamento disponível, pelo que aquela solução temporária impediu que se instalasse o caos nos serviços públicos.

A tranche aprovada em Dezembro correspondeu então a um financiamento de curto prazo para que os serviços não paralisassem enquanto se negociava o financiamento federal do actual ano fiscal. O Congresso ganhou assim perto de um mês para aprovar a lei de financiamento do Estado - que evita uma paragem dos serviços públicos por falta de dinheiro até 30 de Setembro (quando termina o ano fiscal e se vota o novo Orçamento federal). O prazo termina hoje e o Congresso continua dividido relativamente a questões referentes à imigração e tectos orçamentais.

 


Petróleo em destaque nas matérias-primas

A evolução do preço petróleo continua no radar dos investidores, depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ter revisto em alta as estimativas para o crescimento da oferta dos produtores rivais – isto após os preços da matéria-prima terem atingido máximos de mais de três anos nos mercados internacionais nos últimos dias.

O cartel admitiu, no seu relatório mensal divulgado ontem, que "o aumento dos preços do petróleo está a trazer mais oferta para o mercado, particularmente da América do Norte".


Ainda no domínio das matérias-primas da energia, a Baker Hughes, fornecedora norte-americana de serviços a campos petrolíferos, divulga hoje o relatório semanal sobre o número de plataformas de petróleo e gás nos Estados Unidos. 




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