Investidor Privado A semana dia-a-dia: As exportações, o leilão de dívida e as contas da banca americana

A semana dia-a-dia: As exportações, o leilão de dívida e as contas da banca americana

Portugal regressa aos mercados numa semana em que serão conhecidos os dados das exportações. Nos EUA, alguns dos maiores bancos divulgam os resultados do primeiro trimestre.
A semana dia-a-dia: As exportações, o leilão de dívida e as contas da banca americana
Rui Barroso 09 de abril de 2017 às 19:00
Segunda-feira O ritmo das exportações e o relatório anual do BCE

As exportações portuguesas dispararam quase 20% em Janeiro, com uma das explicações para parte da subida homóloga a ser explicada com o acréscimo de dois dias úteis nesse mês. A divulgação do INE dos dados do comércio internacional, relativos a Fevereiro, dará novas indicações sobre a evolução das exportações nacionais, assim como das importações. 

O BCE já tinha comunicado que obteve um lucro de quase 1.200 milhões de euros em 2016 nas contas anuais. Mas o banco central dará mais detalhes sobre o impacto da sua actuação na economia e no sistema financeiro da Zona Euro no relatório anual. O documento será apresentado por Vítor Constâncio, vice-presidente do BCE, no Parlamento Europeu. 


Terça-feira O primeiro G-7 de Rex Tillerson

Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países do G7 terminam um encontro de dois dias com uma conferência de imprensa. Será a primeira vez que o secretário de Estado dos EUA participará nesse encontro. A reunião entre os responsáveis pela diplomacia dos EUA, Japão, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França e Itália ocorre depois de a administração Trump ter mudado a política sobre a Síria, lançando um ataque a uma base aérea controlada pelo regime de Bashar al-Assad. Essa acção foi condenada pela Rússia.  


Quarta-feira Portugal vai aos mercados. Venezuela em risco de incumprimento

A agência que gere o crédito público realiza um leilão de Obrigações do Tesouro a cinco e a oito anos. O objectivo é garantir entre 1.000 e 1.250 milhões de euros de financiamento. Caso seja colocado o montante máximo previsto, o Tesouro garante 44% do financiamento previsto este ano. As linhas de OT que serão alvo da emissão transaccionavam esta sexta-feira com uma taxa de 2,2% e 3,33% no mercado secundário, um barómetro de quanto os investidores poderão exigir para financiar o Estado nessa operação. 

O mercado tem aumentado as apostas que a Venezuela entre em incumprimento, já que chega à maturidade uma obrigação de 2.100 milhões de dólares da empresa estatal de petróleo, a PDVSA. Caso o país governado por Nicolás Maduro ultrapasse este obstáculo, depara-se com novas amortizações em Outubro. 

Quinta-feira Resultados da banca americana


A banca americana inicia a época de apresentação de resultados do primeiro trimestre, uma oportunidade para aferir se a subida das taxas de juro está a ajudar à rentabilidade. A centrar a atenção estarão as contas do JP Morgan e do Citigroup. 

Sexta-feira Indicadores nos EUA em dia de feriado nas bolsas

Os principais mercados mundiais estão encerrados, mas nos EUA serão divulgados alguns dados sobre a economia. Será revelado o índice de preços no consumidor referente a Março e também a evolução das vendas a retalho, relativas ao mesmo mês. 




A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Conselheiro de Trump 09.04.2017

Esta visto:enquanto na balanca de transacoes o prato das importacoes vai bater no chao,o das exportacoes vai bater no tecto.E e exactamente isso que mexe com a boa economia do momento.Por conseguinte:ja nao aumentamos a divida so atravez da mao estendida,mas tambem pela paralizacao dos bracos.

pub