Mercados num minuto Abertura dos mercados: Acções europeias em máximos de 2015. Juros e euro em queda

Abertura dos mercados: Acções europeias em máximos de 2015. Juros e euro em queda

As bolsas europeias estão a ganhar terreno pela quarta sessão consecutiva, numa altura em que a moeda única cai quase 0,5% face ao dólar. O petróleo segue em alta ligeira.
Abertura dos mercados: Acções europeias em máximos de 2015. Juros e euro em queda
Reuters
Rita Faria 08 de janeiro de 2018 às 09:15

Os mercados em números

PSI-20 sobe 0,40% para 5.638,00 pontos

Stoxx 600 ganha 0,21% para 398,17 pontos

Juros da dívida portuguesa a dez anos descem 0,7 pontos base para 1,934%

Euro recua 0,35% para 1,1987 dólares

Petróleo em Londres sobe 0,03% para 67,64 dólares o barril

 

Bolsas europeias em máximos de Agosto de 2015

As bolsas europeias estão a negociar em alta esta segunda-feira, 8 de Janeiro, pela quarta sessão consecutiva, numa altura em que a moeda única europeia está em queda face ao dólar. A animar as acções europeias estão as expectativas em torno de fusões e aquisições, depois de a Novo Nordisk ter feito uma segunda oferta pela Ablynx e de o Handelsblatt ter noticiado que a Cerberus se opôs a uma fusão entre o Deutsche Bank e o Commerzbank.

 

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, ganha 0,21% para 398,17 pontos, o valor mais elevado desde Agosto de 2015.

 

Em máximos de quase dois anos e meio está também o português PSI-20, que soma 0,40% para 5.638,00 pontos, animado sobretudo pelo BCP e Navigator. O banco liderado por Nuno Amado valoriza 0,77% para 30 cêntimos enquanto a Navigator ganha 0,94% para 4,514 euros.

 

Juros descem na Europa

Os juros da dívida portuguesa estão a descer, depois da subida ligeira registada na sexta-feira, em linha com a generalidade dos países do euro. A ‘yield’ associada às obrigações portuguesas a dez anos cai 0,7 pontos para 1,934%, mantendo-se, assim, abaixo da de Itália, que recua 0,7 pontos para 1,999%.

 

Em Espanha, os juros caem 1,6 pontos para 1,506% e na Alemanha deslizam 0,6 pontos para 0,433%.

 

Dólar recupera de mínimos de Setembro

O índice que mede a evolução do dólar face às principais congéneres europeias está a subir quase 0,3%, depois de, na sexta-feira, a divisa dos Estados Unidos ter negociado muito próxima do valor mais baixo desde Setembro.

 

Isto depois de ter sido divulgado que os empregadores norte-americanos criaram menos postos de trabalho do que o previsto. Ainda assim, o presidente da Fed de São Francisco, John Williams, mostrou-se confiante que o banco central vai aumentar os juros três vezes este ano.

 

A moeda única europeia cai 0,35% para 1,1987 dólares.

  

Petróleo em alta ligeira com queda da perfuração nos EUA

O petróleo está a negociar em alta ligeira nos mercados internacionais, animado com os sinais de abrandamento da actividade de perfuração nos Estados Unidos, que alimentam o optimismo em torno da diminuição do excedente global de crude.

 

De acordo com os dados da Baker Hughes, divulgados na sexta-feira, o número de plataformas de perfuração em funcionamento diminuiu em cinco na semana que terminou a 5 de Janeiro, baixando o total para 742.

 

Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, sobe 0,11% para 61,51 dólares, enquanto o Brent, transaccionado em Londres, ganha 0,03% para 67,64 dólares.

 

Ouro cai pela segunda sessão

O metal amarelo está a desvalorizar pela segunda sessão consecutiva, contrariando a evolução do dólar norte-americano, depois de os dados sobre o emprego nos Estados Unidos – divulgados na sexta-feira - terem ficado abaixo do esperado.

 

O ouro cai 0,26% para 1.316,14 dólares, enquanto a prata desliza 0,49% para 17,1380 dólares.




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